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sábado, 20 de janeiro de 2018

Dezenas de veículos participaram em marcha lenta para exigir fim de portagens na A22

Cerca de duas dezenas de veículos participaram hoje numa marcha lenta na Estrada Nacional (EN) 125, entre as cidades de Portimão e de Lagos, em protesto contra a cobrança de portagens na Via Infante de Sagres (A22).


Promovida pelo movimento cívico Comissão de Utentes da Via do Infante (CUVI), a marcha lenta teve início por volta das 16h30, em Portimão, percorrendo a EN125 até à cidade de Lagos, numa distância de cerca de 20 quilómetros, em cerca de hora e meia, acompanhada de perto pela Guarda Nacional Republicana.

Em cartazes colocados nas viaturas podia ler-se: “EN125 estrada da morte? O cemitério do Algarve”, “Suspensão das portagens” e “6 anos a destruir o Algarve”.

O protesto, em que participaram cerca de 50 pessoas, foi encabeçado pelo deputado do Bloco de Esquerda (BE) eleito pelo círculo de Faro, João Vasconcelos, um dos rostos do movimento cívico que exige a revogação das portagens na A22, desde a sua implementação em 2011.

Em declarações aos jornalistas, João Vasconcelos sublinhou que a marcha lenta “é a continuidade da luta iniciada há seis anos e, pretende chamar à responsabilidade os dirigentes políticos”, nomeadamente o primeiro-ministro António Costa.

“É preciso que o primeiro-ministro cumpra as promessas eleitorais que fez, de acabar com as portagens na Via do Infante”, recordou o deputado bloquista.

João Vasconcelos defende o fim das portagens na A22, uma ex-scut (autoestrada sem custos para o utilizador), como forma de “reduzir os acidentes na EN125, uma estrada que foi requalificada, embora continue com um elevado nível de sinistralidade”.

“O Algarve não aguenta mais e esta tragédia que se verifica na EN125 tem de ser travada”, frisou João Vasconcelos, recordando que essa estrada regista mais de 10 mil acidentes anualmente.

“É um número elevadíssimo que é preciso travar”, defendeu Vasconcelos, sublinhando que “só nas últimas 48 horas registaram-se vários acidentes com o registo de quatro mortos” nesta via que atravessa o Algarve.

O deputado e dirigente do BE da concelhia de Portimão, assegurou que o movimento cívico “vai continuar os protestos, até que as suas pretensões sejam atendidas ou seja, até que sejam revogadas as portagens na Via do Infante”.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Acidente na EN125, entre Portimão e Lagos

Uma mulher morreu esta quinta-feira de manhã na sequência de uma colisão entre um automóvel e um autocarro, na EN125, entre Portimão e Lagos.
(Foto CMTV)

Os bombeiros de Lagos e o INEM ainda fizeram o socorro à vítima, que ficou presa dentro do carro, mas a mulher, com cerca de 50 anos, acabou por morrer no hospital.

No autocarro só vinha o condutor que escapou ileso ao acidente.

O destacamento de trânsito da GNR esteve no local e está a agora a investigar as causas do acidente.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Obras na 125 ameaçam o verão no Algarve

O verão no Algarve é a época do ano em que a região ganha mais vida. Os hotéis e as praias enchem, os bares e as discotecas juntam múltiplas nacionalidades e o sul do país torna-se o destino preferido para recarregar baterias. Mas, este ano, a vida não vai ser fácil para os milhões de turistas optam por ir de carro para o Algarve. As obras na Estrada Nacional 125 (EN125) vão provocar constrangimentos no tráfego, que estão a deixar preocupados os empresários e os utilizadores daquela via.

O presidente da Associação dos Hotéis e Empreendedorismos Turísticos do Algarve (AHETA) antecipa uma situação complicada para quem escolher o Algarve no verão. "Tudo está a ser feito de uma forma que não deixa ninguém saber nada. Se já há dificuldades porque a circulação está a ser feita de forma alternada, a partir de agora só vai piorar porque a procura aumenta sempre nos meses que aí vêm", diz Elidérico Viegas, frisando que as expectativas para este ano são de um aumento do número de turistas.

Requalificação atrasou

A requalificação da EN 125 foi adjudicada em 2009 ao consórcio Rotas do Algarve Litoral. A ideia era fazer um conjunto alargado de intervenções para acabar com o estacionamento nas bermas da estrada e facilitar o escoamento do trânsito, num projecto que implicava a criação de cerca de 60 rotundas e a construção de variantes em Lagos e Faro. Mas o projecto foi sendo adiado ao longo dos anos e só arrancou definitivamente em 2015, numa versão mais curta e muito mais barata. Entretanto, a circulação automóvel na EN125 aumentou muito com a introdução de portagens na Via do Infante, em Dezembro de 2011.

Com as obras, muitos troços da EN125 estão com o tráfego condicionado e, embora um polémico corte no tráfego entre Maritenda e Fontainha tenha sido adiado esta semana, subsistem outras restrições. "As obras têm de ser feitas e até é pena que uma parte da EN125 não esteja a ser considerada. Mas há problemas que têm de ser tidos em conta", considera Elidérico Viegas, que propõe uma suspensão das obras até Outubro.

Face ao "caos instalado" e aos prejuízos que as obras têm causando à população e à actividade económica, o presidente da AHETA entende que as obras de requalificação da EN125 "configuram incompetência, falta de zelo e, em última análise, gestão danosa, exigindo a situação actual um rigoroso apuramento de responsabilidades".
A Infraestruturas de Portugal (IP), a empresa pública que gere as concessões rodoviárias, responde à contestação lembrando que se trata de um obra de importância fulcral para o Algarve. Fonte oficial da empresa explica que, no plano de trabalhos definido pela subconcessionária e aprovado pela IP, entre 15 de Julho e final de Agosto "não estão previstos constrangimentos que interfiram directamente com a circulação na plataforma rodoviária da EN125".

O grupo lembra ainda que este plano é do conhecimento das diversas entidades da região e, apesar dos transtornos, a importância da obra impõe a sua conclusão: "Interessa concluir o mais rapidamente possível as diversas intervenções de beneficiação e requalificação da EN125, pois apesar dos naturais transtornos que sempre decorrem da execução dos trabalhos, estes serão largamente compensados pela disponibilização de melhores acessos e de uma estrada mais segura para automobilistas e peões".

Mas a contestação não pára de aumentar e ouvem-se cada vez mais vozes a solicitar a suspensão das portagens na Via do Infante. É o caso da Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve: "Vamos chegar à época alta e a EN125 ainda não foi requalificada. Em muitos pontos do Algarve, as obras estão pura e simplesmente paradas ou então estão a decorrer a um ritmo muito lento", justifica Álvaro Viegas, presidente da associação.

Com as obras, diz, as empresas, os profissionais e residentes que utilizam a estrada "têm de ser desviados obrigatoriamente para a Via do Infante - e isso traz custos enormes". Álvaro Viegas espera que o Governo cumpra pelo menos a promessa de reduzir em 50% a portagem na Via do Infante. "Seria uma boa medida para a economia regional mas também porque os políticos devem cumprir o que prometem - e esta foi uma promessa eleitoral".

Também Sérgio Martins, director de marketing da Rotatur - Operadores Turísticos, teme pelo problemas de tráfego no Verão, e não apenas devido às obras da EN125. "Vamos ter dois problemas. Um são as obras na EN125 e o outro é o Aeroporto de Faro, que está em obras. Temos que ser tolerantes, as intervenções têm que ser feitas se o queremos melhor no futuro. Infelizmente, coincide com um ano que se espera muito bom", frisa, defendendo também a proposta de suspender as portagens na Via do Infante durante a época alta: "O prejuízo não seria grande, facilitaria a obras na EN125 e a produtividade de quem trabalha".

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Mais de 600 mortos nas estradas do Algarve em 10 anos

Mais de 600 pessoas morreram nas estradas do Algarve nos últimos dez anos, refere o jornal i.

Desde janeiro, os acidentes na Via do Infante e na Estrada Nacional 125 já causaram a morte de pelo menos 29 pessoas.

2004 e 2005 foram os anos em que se registaram números superiores, com mais de 70 vítimas mortais.

A EN 125 continua a ser um ponto crítico, sem separadores centrais e com longos troços dentro das localidades.

Mesmo assim, a GNR afirma que na origem da maioria dos acidentes estão "comportamentos inadequados" ao volante, tais como o consumo de álcool e o excesso de velocidade.

Ainda no domingo passado, três jovens com cerca de 20 anos morreram num acidente perto de Loulé, depois de entrarem na faixa contrária e embaterem numa carrinha.

domingo, 19 de abril de 2015

Colisão faz um morto e dois feridos graves

Uma colisão entre três veículos ligeiros ao quilómetro 67 na Estrada Nacional 125, na Guia, concelho de Albufeira, causou, este domingo, um morto e dois feridos graves, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS)de Faro.

O alerta foi dado às autoridades pelas 15h34 tendo sido enviados para o local 17 veículos e 37 operacionais entre bombeiros de Albufeira e Messines, INEM, Brigada de Trânsito de Albufeira da GNR e a empresa Rotas do Algarve que gere a EN 125.


Fonte do comando territorial da GNR de Faro confirmou apenas a colisão frontal entre dois veículos junto ao Algarve Shopping, na zona de Vale Verde, freguesia da Guia.

A vítima mortal, tinha 48 anos e é do sexo masculino. Os feridos graves foram encaminhados para o Hospital de Faro, adiantou o CDOS de Faro.

O trânsito esteve condicionado durante algum tempo, adiantou a mesma fonte da GNR.