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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

FIM CEV com mais de 80 pilotos em Portimão

São mais de oito as dezenas de pilotos que estão no paddock do Autódromo Internacional do Algarve para enfrentar aquela que será a sexta prova do FIM CEV 2016. Num programa com quatro dias de duração o primeiro dia iniciou-se esta quinta-feira pelas 9 horas da manhã e foi reservado a treinos livres para todas as categorias envolvidas naquele que é considerado como o principal campeonato para todos os que desejam poder entrar no elitista paddock do mundial de MotoGP.

Entre a lista de participantes na prova a mais recheada é a do campeonato do mundo Júnior Moto3, com um total de 36 pilotos o pelotão conta com pilotos oriundos de mais de uma dezena de países, desde o Japão ao México numa verdadeira lista de inscritos global. Em Moto2, com cariz europeu neste campeonato, são 28 os pilotos presentes, com o Europeu de Superbike a contar com um total de duas dezenas de inscritos.

Entre todos os presentes estão dois pilotos portugueses, Tiago Magalhães e Ivo Lopes, eles que integram respectivamente as classes Superbike e Superstock 600 (esta integrada nas Moto2) com Ivo Lopes a ser o líder da categoria à chegada a Portimão, estando Tiago Magalhães no quinto posto entre os pilotos privados das Superbike. Serão os dois únicos lusos em pista ao longo do fim-de-semana, que depois deste primeiro contacto com os mais de 4.000 metros do circuito ao longo desta quinta-feira irão enfrentar a partir de amanhã o habitual programa de um fim-de-semana de corridas deste FIM CEV.

Os bilhetes para a prova têm um valor de cinco euros para o acesso ao paddock (as bancadas têm acesso livre ao longo do evento), sendo as estações de serviço da Repsol (patrocinadora do campeonato) localizadas no Algarve estão a oferecer bilhetes aos seus clientes ou a quem se dirija ás mesmas ao longo do fim-de-semana.

HORÁRIOS

Sexta-feira – 26 de Agosto
09h00 ás 14h50 – Treinos Livres

Sábado – 27 de Agosto
09h00 ás 14h50 – Treinos Cronometrados

Domingo – 28 de Agosto
09h00 ás 10h05 – Warm-Up
10h15 – Pit Lane Walk
11h00 – Superbike Corrida 1 (17 voltas)
12h00 – Moto2 Corrida 1 (17 voltas)
13h00 – Moto3 (16 voltas)
14h00 – Superbike Corrida 2 (17 voltas)
15h00 – Moto2 Corrida 2 (17 voltas)

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Repsol e a Partex pretendem começar a explorar gás natural no Algarve em outubro

O consórcio Repsol/Partex pretende avançar com a exploração de gás natural no Algarve, em Outubro, cinco anos após a assinatura do contrato com o Estado, afirmou hoje o presidente executivo da Partex, António Costa Silva.

Em entrevista à Antena1/Económico, António Costa Silva disse que "está tudo pronto para avançar com a exploração de gás natural no Algarve", adiantando que em Outubro o consórcio começa a perfurar o poço a cerca de 40 a 50 quilómetros da costa, em frente a Faro.

O presidente executivo da Partex (da Fundação Calouste Gulbenkian) garantiu que "não vai haver nenhuma plataforma petrolífera em frente à praia", explicando que "tudo se passará no fundo submarino".

O concurso para a atribuição da concessão data de 2001, mas o contrato só foi assinado em 2011.

António Costa e Silva considera “uma missão de soberania nacional” inventariar os recursos naturais que o país tem, defendendo que "só depois deve vir a discussão sobre o que se vai ou não explorar".

De acordo com a Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC), o consórcio Partex/Repsol detém quatro concessões, em mar alto, no Algarve, designadas Lagosta, Lagostim, Sapateira e Caranguejo.

Grupos de cidadãos e ambientalistas têm criticado a atribuição de concessões de exploração de petróleo e gás natural no Algarve e os municípios do Algarve decidiram em Março, por unanimidade, recorrer à via judicial para tentar travar os contratos assinados para a região.

O presidente da Comunidade Intermunicipal algarvia (AMAL), Jorge Botelho, explicou à Lusa que os 16 presidentes de câmara decidiram contratar juristas para empreenderam acções legais, como providências cautelares, para evitar a consumação desses contratos, depois de os municípios da região terem feito esse pedido ao secretário de Estado da Energia e, mais de um mês depois, ainda não terem obtido resposta.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Primeira prova do CEV Repsol

O Autódromo Internacional do Algarve foi o palco da primeira prova da temporada de 2015 do Campeonato Internacional FIM CEV Repsol, competição essencialmente baseada em Espanha, mas que tem estatuto internacional.

Começando pela categoria de Superbike, o americano Kenny Noyes ganhou a primeira corrida, após luta intensa com Carmelo Morales, mas o espanhol virou a situação ao contrário na segunda corrida O português Ricardo Lopes foi 18º e 21º. Edgar Pons venceu as duas corridas de Moto2, batendo Xavi Vierge e Steven Odendaal, em ambas as corridas, mas a segunda foi interrompida devido à chuva, que tornou as condições bastante difíceis Ivo Miguel Paixão foi 23º e 18º, correspondendo ao segundo posto na categoria Supersport.

Nicolò Bulega, protegido de Valentino Rossi, ganhou a corrida de Moto3, aproveitando a queda de Joan Mir. O convidado Bertrand Gold dominou as duas provas da Kawasaki Z Cup.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

FIM CEV Repsol International Championship

A nova época desportiva começa em abril com o FIM CEV Repsol Internacional Championship que, tendo feito a sua estreia no Autódromo Internacional do Algarve no ano passado, regressa agora pela segunda vez.

Este ano, para além das categorias de Superbike, Moto2 e Moto3 conta ainda com uma nova categoria Kawazaki Z Cup.

24 a 26 de Abril
Autódromo Internacional do Algarve
Mexilhoeira Grande, Portimão

domingo, 12 de abril de 2015

Combustíveis simples chegam aos postos de abastecimento na quinta-feira

Contactadas pela Lusa, as petrolíferas a operar em Portugal escusam-se a explicar como é que vão por em prática a lei nº. 6/2015, publicada no dia 16 de Janeiro, e que obriga todos os postos de combustível do território continental a disponibilizar combustíveis simples, mas dizem que o diploma, aprovado por unanimidade, será cumprido.
Também a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), que representa petrolíferas como a Galp, a BP, a Repsol ou a Cepsa, se recusou a falar da legislação na semana anterior à sua entrada em vigor, recordando apenas o seu "desacordo".
Aquando da discussão da proposta legislativa, a Apetro alertou para o facto da redução de preços não ser a apregoada, dada a impossibilidade de as petrolíferas praticarem preços próximos dos postos das grandes superfícies, uma vez que são modelos de negócio diferentes, com níveis de serviço distintos.
A uma semana da entrada em vigor da lei, desconhece-se os preços ou a estratégia comercial que as marcas vão seguir para fazer cumprir a lei, sendo que em muitos postos algumas mangueiras dos produtos 'premium' - os mais aditivados e mais caros - estão há vários dias fora de serviço para serem substituídos pelos combustíveis simples, constatou a Lusa.
Fonte oficial da Galp limitou-se a dizer que a petrolífera "vai respeitar a lei" nos seus 715 postos de abastecimento em Portugal. Já em Fevereiro, o presidente da empresa, Ferreira de Oliveira, dizia ter "equipa a trabalhar" para cumprir a legislação, admitindo a possibilidade de contestar o diploma nos tribunais.
"Temos que tirar a nossa gama de produtos para por lá uma gama que o Governo nos impõe num mercado que está totalmente livre", disse o presidente da petrolífera, adiantando que a Galp trocará os seus produtos aditivados pelos simples, uma vez que as actuais circunstâncias impedem o investimento em mais tanques e bombas.
Também a BP garantiu que está preparada para cumprir a lei, partir de 16 de Abril, nos seus 350 postos de abastecimento em Portugal.
"No decorrer deste processo, estamos comprometidos em manter a qualidade reconhecida dos nossos produtos. Neste momento, no âmbito da estratégia comercial não é possível dar mais informação", adiantou fonte oficial da BP à Lusa.
A Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC), que terá a missão de fiscalizar o cumprimento do novo diploma, explicou que a lei dos combustíveis simples não coloca quaisquer restrições à comercialização de combustíveis aditivados, contudo, e como forma de salvaguardar o direito de informação aos consumidores, os postos estão obrigados a indicar o tipo de aditivos incorporados nos combustíveis.
Os postos estão ainda obrigados a identificar claramente as mangueiras que fornecem os designados combustíveis simples, por forma a possibilitar ao consumidor optar por este combustível, em princípio mais barato do que os aditivados.
Em Dezembro, quando o decreto-lei foi aprovado, o ministro da Energia, Moreira da Silva, defendeu que a nova legislação "reforça a liberdade de escolha dos consumidores e leva mais longe o objectivo de coesão territorial, permitindo aos consumidores distinguirem de forma clara entre a gasolina e o gasóleo rodoviários simples e a gasolina e o gasóleo rodoviários submetidos a processos de aditivação suplementar, possibilitando uma escolha consciente e informada sobre o que estão de facto a comprar".