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segunda-feira, 19 de março de 2018

Projeto-piloto leva Unidades Móveis de Saúde a dez concelhos do Algarve

O Serviço Nacional de Saúde vai implementar um projecto-piloto que levará unidades de saúde móveis de proximidade a populações rurais de dez concelhos do Algarve, com apoio de fundos comunitários, anunciou nesta segunda-feira a administração regional de saúde.


As unidades móveis estarão a funcionar “até ao fim de 2018”, calendarizou a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, considerando que estes equipamentos vão “garantir uma prestação de cuidados de saúde de proximidade modernizada junto das populações residentes em territórios rurais e de baixa densidade” desses concelhos.

Os dez concelhos abrangidos pela medida são Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Loulé, Monchique, Portimão, São Brás de Alportel, Silves e Tavira, revelou a ARS do Algarve, frisando que se trata de “um projecto-piloto co-financiado pela União Europeia”.

“O projecto-piloto, único na sua dimensão a nível nacional e cujo acordo quadro foi assinado em Fevereiro de 2018, visa reforçar os cuidados de saúde de proximidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) de responsabilidade da ARS do Algarve, em protocolo com dez autarquias da região”, referiu a mesma fonte num comunicado.

A ARS observou que o projecto-piloto vai ser co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder), no âmbito do Programa Operacional (PO) CRESC Algarve 2020, na sequência das candidaturas submetidas conjuntamente pelo organismo e pelos municípios da região, integrando também a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

A AMAL, precisou a ARS, foi quem “desenvolveu o concurso público internacional para a celebração do acordo-quadro que estabelece as condições jurídicas e técnicas do fornecimento das unidades de saúde móveis de proximidade”.

A Administração Regional de Saúde do Algarve acrescentou que o processo de aquisição das unidades de saúde móveis “será realizado pelos municípios, que são os beneficiários financeiros do apoio comunitário”.

“Mediante protocolos, cada um dos dez municípios vai colaborar em estreita articulação com a ARS Algarve e as unidades de saúde do SNS, para assegurar o apoio e os cuidados de saúde cada vez mais próximos à população”, referiu ainda o organismo que representa o Ministério da Saúde no Algarve.

As unidades móveis de saúde foram já utilizadas por alguns municípios da região, como Alcoutim ou Castro Marim, para aproximar os cuidados de populações dispersas da serra algarvia, composta maioritariamente por pessoas idosas, através de protocolos com instituições particulares de solidariedade locais. Agora, a ARS anuncia que, até final do ano, vai alargar esta oferta a uma dezena de concelhos, em colaboração com os municípios e com o apoio de fundos comunitários.

(Fonte publico.pt)

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Algarve ativa fase laranja do Plano de Contigência Sazonal

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve ativou a fase laranja do Plano de Contingência Sazonal de Inverno, com a abertura de mais 27 camas de internamento na região, anunciou esta terça-feira a ARS.


Em comunicado, a ARS/Algarve adiantou estar "a diligenciar a abertura de mais 27 camas de internamento na região para fazer face à afluência de doentes", elevando para 49 o número de camas acionadas ao abrigo daquele plano.

De acordo com aquele organismo, face à afluência de doentes no período de inverno, já tinham sido ativadas 22 camas nas unidades hospitalares de Faro e Portimão, a que se somam agora mais 27.

Durante o mês de janeiro está prevista a ampliação e a reconversão de mais 20 camas de Cuidados Continuados Integrados na região do Algarve nas tipologias de convalescença e de média e longa duração.

Segundo a ARS, serão ativadas dez camas em Portimão e dez na freguesia do Azinhal (Castro Marim) que permitirão alargar a capacidade assistencial da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

Esta medida, acrescenta o organismo tutelado pelo Ministério da Saúde, visa "reforçar as respostas ao nível de internamento, aliviando desta forma a pressão nos serviços hospitalares algarvios".

Na semana passada, a ARS já tinha anunciado um reforço do atendimento nos três Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da região para garantir que os serviços de saúde algarvios estão preparados para pico da gripe.

No âmbito do Plano de Contingência Sazonal de Inverno, foi feito um reforço de recursos humanos e alargado o horário de atendimento nos centros de saúde da região, nas consultas de recurso dos centros de saúde de Lagoa, de Monchique, de Portimão, de Silves, de Faro, de Olhão, de São Brás de Alportel, de Tavira e de Alcoutim.

(Fonte CM)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dentistas dão consultas em três centros de saúde do Algarve

Três médicos dentistas estão a dar consultas em três centros de saúde do Algarve. O serviço de saúde oral já está a ser prestado nos centros de saúde de Portimão, Faro e Tavira.

Os doentes vão passar a ser referenciados para consultas de medicina dentária pelos médicos de família ou por outros médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Segundo a Administração Regional de Saúde (ARS), foram traçadas as linhas orientadoras sobre o funcionamento destes novos serviços que irão abranger, numa fase inicial, "os utentes com fatores de risco e outras situações que o médico de família considerar que se justifica clinicamente".

Numa primeira fase, a Administração Regional de Saúde vai disponibilizar três médicos dentistas e respetivas assistentes nos agrupamentos de centros de saúde Barlavento (Portimão), Central (Faro) e Sotavento (Tavira), sendo que o número de profissionais e o número de locais poderão vir a crescer durante o ano de 2018.

O objetivo, segundo a ARS, é "garantir o acesso das pessoas com patologias crónicas a cuidados de saúde oral e avaliar a situação de saúde oral das pessoas com as diversas patologias definidas e seguidas no SNS".

Os centros de saúde vão estar preparados para realizar consultas de medicina dentária, consultas de urgência, restauração definitiva em resina composta e cimento, exodontia de dentes permanentes, obturação canalar, destartarização, raspagem e alisamento radicular, tratamento periodontal de manutenção, gengivoplastia e gengivectomia, drenagens e selamento de fissuras.

(fonte CM)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Hospital de Portimão vai recuperar todas as suas valências

O Hospital de Portimão vai recuperar todas as valências que perdeu após a fusão com o Hospital de Faro, com a polémica criação do Centro Hospitalar do Algarve (CHA).


A revelação foi feita pelo novo presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, Paulo Morgado, no decorrer de uma entrevista concedida ao jornal Sul Informação.
Segundo o referido responsável, este “não é um processo fácil nem imediato, porque depende dos profissionais” mas será realmente para avançar tanto mais que se reconhece que “Portimão foi quem mais perdeu com a fusão dos hospitais”.

As alterações que serão concretizadas nas próximas semanas têm a ver com a nova organização do sistema de saúde da região, sendo que o novo modelo prevê uma estrutura com quatro polos: os dois hospitais que existiam antes da criação do CHA em 2011 (Faro e Barlavento Algarvio), o Centro de Medicina e Reabilitação Física do Sul e um polo de investigação, na Universidade do Algarve, revelou ainda Paulo Morgado ao Sul Informação.


De acordo com esse novo modelo, continuará a existir um único Conselho de Administração, mas cada um dos hospitais terá um gestor e governação clínica e de enfermagem separada. Assim, o CHA dará lugar ao Centro Hospitalar Universitário do Algarve – CHUA.

De recordar, que a fusão do Hospital do Barlavento com o Hospital de Faro foi sempre contestada pelas populações, autarcas e profissionais de saúde, nomeadamente por ter retirado várias valências médicas de Portimão, e ter conduzido a uma grande degradação das condições de trabalho, funcionamento e atendimento aos utentes.


(Fonte: terraruiva.pt)

sábado, 7 de janeiro de 2017

Urgência Pediátrica em Portimão assegurada pelo Hospital Particular do Algarve em Alvor

ARS garante que situação estará solucionada a partir das 20h00 do próximo domingo, dia 8 de Janeiro.
 


Tendo em conta as dificuldades em termos de recursos humanos para o preenchimento de escalas para assegurar o acesso à Urgência de Pediatria no pólo de Portimão do Centro Hospitalar do Algarve este fim de semana, o Conselho Directivo da ARS Algarve esclareceu hoje em comunicado que diligenciou junto do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Algarve para que este efectuasse a contratualização da prestação de serviço de Urgência de Pediatria esta sexta-feira, sábado e domingo (6, 7 e 8 de Janeiro) com o Hospital Particular do Algarve em Alvor.

De modo a tranquilizar a população, a ARS Algarve, adianta que os utentes serão vistos na Urgência de Portimão e, se for caso de necessitarem de serviços de pediatria, serão referenciados a esta unidade hospitalar privada, prevendo que "esta situação esteja solucionada a partir das 20h00 do próximo domingo, dia 8 de Janeiro".

(Fonte: algarveprimeiro.com)

domingo, 26 de junho de 2016

Faltam 164 médicos no Algarve

O Algarve tem falta de 164 médicos nos hospitais e centros de saúde, situação que a Administração Regional de Saúde (ARS) quer resolver "no máximo" em seis anos, disse à Lusa o presidente desta entidade, João Moura Reis.

Segundo dados da ARS/Algarve fornecidos à Lusa, actualmente, os hospitais de Portimão e Faro têm falta de aproximadamente 100 médicos, enquanto nos cuidados de saúde primários podem ser acolhidos 64.

"Dentro de seis anos, provavelmente, a região terá o número de médicos necessários e suficientes", explicou Moura Reis, acrescentando que só não se atreve a dar um prazo menor porque os fluxos de médicos formados nas especialidades não são estáveis de ano para ano.

Os responsáveis pelo serviço público de saúde no Algarve estão a promover uma estratégia para conseguir os médicos das diferentes especialidades necessários, recorrendo, para isso, a diferentes tipos de contratação.

A admissão mais comum surge após a especialização médica, mas o Algarve também recorre a médicos que queiram ir para a região através do regime de mobilidade, a contractos individuais de trabalho, a empresas de prestação de serviços, à mobilidade parcial e ao regresso de médicos reformados.

"Apostamos nelas todas", afirmou Moura Reis, dando como exemplo os concursos já em curso para as especialidades de Ortopedia, Anestesia, Pediatria, Obstetrícia e Ginecologia e, em breve, o concurso para Medicina Interna.

No caso da Medicina Geral e Familiar, o concurso de 2016 tem 30 vagas e para o ano está prevista a abertura de mais 34, o que perfaz as 64 vagas identificadas pela ARS/Algarve.

"Há sempre necessidade. Quando digo 30 este ano e 34 para o ano que vem é para poder dar médico de família a todos os algarvios, mas fica no limite", sublinhou o presidente daquele organismo.

Segundo o responsável, os médicos que forem trabalhar para a região "são médicos para a vida", ou seja, são médicos que vão "para ficar".

No caso das especialidades hospitalares, a região depara-se com uma falta de médicos em diversas áreas, mas as mais dramáticas são Ortopedia, Anestesia, Oncologia, Pediatria, Neurocirurgia, Ginecologia e Obstetrícia.

Um acordo com um hospital do nordeste transmontano vai possibilitar o envio rotativo de equipas formadas por dois ortopedistas e um anestesista, garantindo o atendimento a monotraumas na região, com consultas nos hospitais de Faro e Portimão e cirurgia ortopédica apenas em Faro.

O perigo de mal-estar entre médicos que já estão a trabalhar na região e os que aceitem ir, com melhores condições, devido à criação de medidas de discriminação positiva para atrair clínicos, não é motivo de preocupação para Moura Reis.

"Os que chegam podem estar em situações discriminatórias positivas melhores do que os que cá estão, mas é por um período de tempo. Não é permanente", observou.

Moura Reis espera também que o total preenchimento de vagas noutros pontos do país ajude os médicos a escolher o sul para trabalhar, à semelhança do que já ocorre com os enfermeiros e técnicos de saúde.

"No concurso de 30 médicos de Medicina Geral e Familiar, temos 10 [algarvios] a concorrer, 20 terão de vir de outros lados", referiu.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Vagas de Enfermeiros (M/F) para Posto de Praia da Delegação de Portimão da CVP

Vagas de Enfermeiros (M/F) para Posto de Praia da Delegação de Portimão da CVP

Vagas para Enfermeiros (M/F) para os 4 Postos de Praia da ARS/Delegação de Portimão da CVP, para os meses de Julho, Agosto e 1ª quinzena de Setembro.

Os candidatos devem possuir:
- Curso de Enfermagem concluído e cartão da Ordem dos Enfermeiros actualizado.

Terão preferência enfermeiros:
- Voluntários da CVP;
- Residentes próximos da zona de Portimão;
- Carta de condução e viatura própria;
- Curso de SBV ou SAV;
- Experiência em Primeiros Socorros.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

“Não existe nenhum surto de tuberculose” em Portimão, garante delegada regional de saúde

A delegada regional de Saúde Pública do Algarve esclarece que “não existe nenhum surto de tuberculose nem qualquer ameaça de saúde pública, quer para os profissionais de saúde do hospital de Portimão quer para a população em geral”.

Este esclarecimento surge na sequência de uma notícia veiculada pela agência Lusa e replicada posteriormente em diversos órgãos de comunicação social, onde o presidente do Conselho Nacional de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros, José Carlos Gomes, denuncia que “10% dos enfermeiros do hospital de Portimão têm tuberculose”.

“Existe apenas um caso confirmado e declarado no SINAVE (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica) de Tuberculose Pulmonar, diagnosticada em maio de 2015, já em tratamento. Existe um segundo caso, ainda não confirmado analiticamente, mas também já em tratamento preventivo”, responde a Administração Regional de Saúde (ARS) no mesmo comunicado.

Os responsáveis da ARS realçam que “nenhum destes casos reporta a Tuberculose Pulmonar Multirresistente, como é afirmado, erradamente, pelo Presidente do Conselho Nacional de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros, nas declarações à agência Lusa”.

“Os alegados casos, divulgados pela comunicação social no passado mês de agosto, são tuberculoses latentes. Apesar de fazerem tratamento profilático não são doentes, nem são, portanto, contabilizados em termos de incidência, pelo que a dimensão do problema não constitui uma ameaça à saúde pública”, sublinha a ARS do Algarve.

A ARS adianta ainda sobre estes casos que está a trabalhar em articulação com o Centro Hospitalar do Algarve (CHA), tendo “já efetuado o rastreio de todos os voluntários do Hospital de Portimão que fazem apoio no fornecimento das refeições, bem como outros apoios, na Unidade de Cuidados Intensivos, tendo em consideração que não são profissionais desta unidade de saúde, sendo que o serviço de Saúde Ocupacional do Centro Hospitalar do Algarve já rastreou todos os restantes profissionais”.

“Este tipo de afirmações, tal como o mesmo reconhece nas declarações à agência Lusa «sem confirmação» prévia junto das entidades competentes e responsáveis, apenas fomentam um desnecessário alarmismo social junto da população”, remata a ARS.

Entretanto, o CHA também já veio a público desmentir e repudiar as declarações de José Carlos Gomes e informou que dispõe de todas as condições para o tratamento dos doentes com tuberculose, nomeadamente “três salas de pressões negativas, as únicas que são aptas para um efetivo isolamento para doentes respiratórios, sendo por isso completamente desnecessária e descabida a ideia de qualquer outra sala de isolamento na urgência”.

sábado, 27 de junho de 2015

Postos de saúde em 32 praias algarvias entram em funcionamento na segunda-feira

Os serviços de saúde no Algarve vão ser reforçados a partir de segunda-feira com a entrada em funcionamento de postos de saúde em 32 praias da região, anunciou hoje a Administração Regional de Saúde (ARS).

Em comunicado, a ARS/Algarve adianta que a maioria destes postos de saúde de praia vai funcionar entre segunda-feira e 30 de agosto, das 10:30 às 19:30, embora em sete praias, onde a afluência de banhistas costuma ser maior, o atendimento seja prolongado até 13 de setembro.

Traumatismos por quedas, escoriações, equimoses, picadas de peixe-aranha, golpes de calor, queimaduras solares e indisposições resultantes de abusos de exposição ao sol são algumas das principais ocorrências registadas todos os anos nos postos, que funcionam ao abrigo de um protocolo de colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa.

Nos postos de praia são assegurados cuidados de saúde de enfermagem e assistidas situações clínicas de menor gravidade que possam ser tratadas no local, mas, em caso de necessidade, o utente é encaminhado para uma unidade de saúde mais adequada.

Desde 2010, os recursos afetos aos postos de praia são potenciados através da comunicação por telefone entre os enfermeiros dos postos e o Centro de Orientação de Doentes Urgentes do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), permitindo uma integração com o dispositivo pré-hospitalar.

Segundo a ARS, a acessibilidade, as condições naturais e do meio ambiente e a análise de indicadores de risco (tipo de atendimentos efetuados, número de transferências para as unidades de saúde, tratamentos e suturas, picadas e mordeduras) são os critérios para a escolha da localização dos diversos postos de praia.

As sete praias onde o atendimento será prolongado até 13 de setembro são as da Rocha Baixinha Nascente (Albufeira), Quarteira (Loulé), ilhas do Farol (Faro) e de Tavira (Tavira), Praia da Rocha (Portimão), Armação de Pêra (Silves) e Monte Gordo (Vila Real de Santo António).

No verão passado, de acordo com dados divulgados pela ARS/Algarve à agência Lusa, do total de atendimentos realizados nos 32 postos de praia, 5.743 foram para tratamentos e suturas, 1.861 para medições de pressão arterial, 936 devido a picadas de peixe-aranha e insetos, 295 para realizar testes de glicemia e 530 para administrar injeções.

Até 30 de setembro, estará também em vigor o Plano de Contingência para as Temperaturas Extremas Adversas, cuja finalidade é promover a proteção da saúde das populações contra os efeitos negativos dos períodos de calor extremo.

O plano é dotado de um sistema de previsão e alerta, que funciona de 15 de maio a 30 de setembro, podendo ser alargado em função das condições meteorológicas.

De acordo com a ARS/Algarve, este ano a avaliação do risco e a emissão de alertas serão realizados de uma forma "ainda mais rigorosa", na medida em que é disponibilizada para a região informação meteorológica por área geográfica dos serviços de saúde.