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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Fortaleza na Praia da Rocha está a ser alvo de obras

A Fortaleza de Santa Catarina, um dos ex-líbris da Praia da Rocha em Portimão, está a ser alvo de obras para garantir a segurança da fachada. O monumento, que está há muitos anos ao abandono, deverá ser concessionado no futuro a privados, que ficarão responsáveis pela sua exploração e pela realização de obras de fundo de recuperação. Para já, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve, que tem a jurisdição da fortaleza, avançou com uma intervenção numa zona onde já existiam algumas pedras soltas e reboco a cair. Serão investidos 20 mil euros, devendo os trabalhos estar concluídos no prazo de um mês.


O monumento foi, entretanto, integrado no projeto Revive, criado pelo Governo com a finalidade de abrir ao investimento privado, para fins turísticos, património público que está sem utilização.

A recuperação total do imóvel ficará a cargo do privado a que for atribuída a concessão por concurso público. O período da concessão não foi revelado, mas será entre 30 a 50 anos.


O concurso ainda não foi lançado devido à necessidade de serem previamente realizados levantamentos arquitetónicos e um estudo patrimonial destinado a delimitar as possibilidades de intervenção na fortaleza.

A presidente da câmara, Isilda Gomes, já manifestou apoio a esta solução encontrada pelo Governo, que permitirá pôr fim à degradação do principal ex- -líbris da Praia da Rocha.

Classificado como Imóvel de Interesse Público, o monumento, datado do século XVII, representa uma das últimas construções militares filipinas da região algarvia.

(Fonte cmjornal.pt)
(Fotografias Pedro Noel da Luz)

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Portimão quer gerir Fortaleza de Santa Catarina

A Câmara de Portimão quer ficar com a gestão da Fortaleza de Santa Catarina, na Praia da Rocha, para recuperar e dinamizar um dos monumentos do concelho mais visitados por turistas e que se encontra degradado.
 

"Estamos dispostos a assumir a gestão do monumento, considerado um 'ex-líbris' do concelho que é visitado por milhares de turistas, para travar a degradação e abandono a que este espaço chegou", disse à agência Lusa a presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes.

Construída em 1621 por ordem de D. João de Castro, então governador do Reino do Algarve, a Fortaleza de Santa Catarina foi edificada na foz do rio Arade para proteger a cidade de Silves e a Vila Nova de Portimão, tendo acolhido no século XX as instalações da Guarda Fiscal e da Capitania do Porto de Portimão.

De acordo com a autarca, a requalificação do imóvel, cuja gestão pertence à Administração dos Portos de Sines e do Algarve, "está a ser discutida com o Governo, no sentido de encontrar a melhor solução para o futuro do monumento, que é património do Estado".

Segundo Isilda Gomes, o investimento para recuperar a antiga estrutura militar "é muito avultado", não tendo a autarquia capacidade financeira para suportar a obra.

"Há um levantamento feito pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil sobre o estado da estrutura do imóvel e, de facto, é necessária uma intervenção muito grande, que custa muito dinheiro", sublinhou a autarca, acrescentando que "decorrem conversações com o Governo para que se encontre uma forma de garantir o investimento, quer seja do Estado central ou de fundos comunitários".

Para a autarca, a Fortaleza de Santa Catarina, além da sua posição estratégica para a valorização da Praia da Rocha enquanto destino turístico, "é um símbolo dos Descobrimentos portugueses, de partidas e chegadas de gerações que por ali passaram, cuja vivência deve ser preservada".

"Faz parte da nossa história e da nossa cultura. Como Portimão é um município marítimo, virado ao mar, temos de preservar essa memória", destacou.

Na sua opinião, o monumento pode vir a acolher um museu dedicado ao mar e equipamentos de restauração, de forma a valorizar um espaço que apenas está a servir como miradouro e que é visitado anualmente por milhares de pessoas.

"Queremos que o usufruto deste espaço seja posto à disposição dos nossos turistas, mas também da população de Portimão", acrescentou.

Em Dezembro de 2016, o Bloco de Esquerda apresentou no parlamento um projecto de resolução em que recomenda ao Governo a "requalificação urgente" da Fortaleza de Santa Catarina, considerando que "o estado insustentável do imóvel representa um perigo público e transmite uma imagem nada abonatória para a instância turística que é a Praia da Rocha".


(Fonte: dn.pt/Lusa)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Bloco de Esquerda recomenda a requalificação da Fortaleza de Santa Catarina


O Bloco de Esquerda (BE) apresentou um projecto de resolução que recomenda ao governo a “urgente requalificação” da Fortaleza de Santa Catarina, situada na Praia da Rocha, em Portimão.

Os deputados bloquistas consideram que o estado de degradação em que o monumento actualmente se encontra é “insustentável”, pois “representa um perigo público e transmite uma imagem nada abonatória para a instância turística de nome nacional”.

Neste quadro, o BE insta o governo a realizar as intervenções necessárias e adequadas para que este monumento, sob a responsabilidade da Administração dos Portos de Sines e do Algarve, “volte a ser um espaço digno, valorizado e aprazível”.

A Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar, mais conhecida como Miradouro de Santa Catarina, foi construída no reinado de Filipe III com o propósito de defesa das populações locais e a barra do rio Arade, cooperando com o Forte de São João do Arade, na margem oposta do rio, em Ferragudo.

A partir de 1960 e depois de ocupado pela Polícia Marítima e Guarda Fiscal, o forte foi transformado num miradouro turístico.

(Fonte: regiao-sul.pt)

sábado, 9 de julho de 2016

Portimão Wine Tasting de 22 a 24 de Julho na Praia da Rocha

A Fortaleza de Santa Catarina, na Praia da Rocha, Portimão, é o palco escolhido para mais uma edição do Portimão Wine Tasting, de 22 a 24 de Julho, com entrada livre.
O evento conta com a presença de três produtores de vinhos de Portimão: Quinta da Penina, Quinta Morgado da Torre e Herdade dos Pimentéis. Ao longo das três noites do certame, vão estar em destaque as provas das colheitas locais e a mostra e degustação de produtos regionais.
O Portimão Wine Tasting decorre das 19h00 às 24h00.
O copo de prova custa 1,50 euros e cada prova pode variar entre os 1,50 euros (vinho de colheita) e os 2 euros (vinho de reserva).