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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

PJ investiga incêndio que consumiu três carros em Portimão

Três automóveis que estavam estacionados, em Portimão, foram destruídos por chamas que se suspeita que tenham tido origem num fogo posto. O incêndio acabou por ser extinto pelos bombeiros voluntários.


A PSP também esteve no local, mas a investigação do caso foi entregue à Diretoria do Sul da Polícia Judiciária.

O alerta chegou ao Centro Distrital de Operações de Socorro às 22h12 desta terça-feira. Dava conta de três veículos, dois deles de mercadorias, que estavam envoltos em chamas, na berma da Estrada Nacional 125, perto da Aldeia do Carrasco, numa das principais saídas da cidade de Portimão.

Os bombeiros voluntários chegaram poucos minutos depois do alerta e conseguiram dar o incêndio como extinto às 22h18.

A rapidez na reposta, permitiu circunscrever o fogo a apenas estes três veículos, não permitindo que alastrasse a uma área de mato, junto ao local onde as viaturas estavam estacionadas. Na zona também existem diversas habitações que não foram afetadas.

A PSP foi chamada ao local mas, face às suspeitas de fogo posto, a investigação passou para a alçada da Polícia Judiciária, que já esteve no local a recolher indícios.

PORMENORES
23 combateram fogo
No local, entre bombeiros e PSP, estiveram um total de 10 veículos e 23 elementos operacionais. O incêndio foi dominado com recurso a uma espuma própria para estas situações.

Estrada condicionada
A EN 125, que passa pelo local onde os carros estavam estacionados, esteve condicionada até os trabalhos terem terminado, durante cerca de uma hora.

Assustou moradores
O fumo do incêndio assustou vários moradores. Alguns filmaram a situação e publicaram as imagens na redes sociais.

(Fonte CM)
(Fotos de Pedro Noel da Luz)

sexta-feira, 3 de março de 2017

Ateou propositadamente sete fogos num dia de muito calor em Monchique

O Ministério Público formalizou a acusação contra um homem de 49 anos por alegadamente ter ateado sete focos de incêndio na zona de Monchique, em Setembro de 2016.

O arguido, de 49 anos, é acusado de ter ateado propositadamente sete fogos, tendo “parado o seu carro várias vezes ao longo da estrada e pegado fogo a mato seco com um isqueiro” num dia com temperaturas entre os 32 e os 40 graus centígrados e com humidade relativa inferior a 30%.

Alguns dos focos de incêndio atingiram grandes dimensões, consumiram milhares de hectares de mato e floresta, provocaram prejuízos de milhões de euros e obrigaram à retirada de dezenas de residentes e turistas hospedados na zona, sublinha a acusação.

O Ministério Público do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Faro, deduziu acusação para julgamento por tribunal colectivo contra o arguido pela prática de sete crimes de incêndio, um deles agravado.

O combate às chamas envolveu cerca de 1.700 bombeiros, 200 militares, 570 veículos, helicópteros, aviões médios e aviões bombardeiros.

O homem foi interceptado e detido quando ateava um incêndio numa zona isolada junto ao Alto da Fóia, na serra de Monchique, e posteriormente entregue à Polícia Judiciária, anunciou na altura a Guarda Nacional Republicana.

A detenção ocorreu durante acções de patrulhamento florestal, após a Protecção Civil ter pedido a intervenção da GNR e da Polícia Judiciária por estranharem um “número anormal de ignições” quase à mesma hora em vários locais do concelho de Monchique.

O inquérito foi dirigido pela secção de Portimão do DIAP, com a investigação delegada na Polícia Judiciária de Portimão.

O arguido encontra-se em prisão preventiva.


(Fonte: tvi24.iol.pt)

sábado, 12 de novembro de 2016

Incêndio urbano em Portimão



Um incêndio deflagrou ontem à tarde no sétimo andar de um prédio em Portimão.

O fogo foi rapidamente extinto pelos bombeiros e não houve feridos a registar.

A PSP também esteve no local e efectuou um perímetro de segurança.

As causas do fogo ainda não são conhecidas.

domingo, 4 de setembro de 2016

Pessoas retiradas de casa devido ao incêndio em Monchique

Vários idosos e pessoas com mobilidade reduzida foram este domingo retirados de casa e colocadas em habitações de familiares por precaução", devido ao incêndio que lavra em Monchique.

"Por antecipação, decidimos retirar algumas pessoas por precaução, nomeadamente as mais vulneráveis, que são os idosos e pessoas com mobilidade reduzida", disse o comandante operacional dos bombeiros do Algarve, Richard Marques.

Segundo aquele comandante, pelas 13h50, "o fogo com uma frente activa continua a lavrar com intensidade e a evoluir para sul da Fóia, no concelho de Monchique, dando alguma preocupação" devido às casas dispersas pela serra.

"O edificado disperso leva a que a prioridade seja a de proteger pessoas e habitações, levando a que se concentrem os meios junto às zonas habitadas, para evitar males maiores", sublinhou.

Richard Marques disse ainda que, "até ao momento, não há registo de que alguma habitação tivesse sido atingida pelo fogo, registando apenas um caso de uma bombeira que teve de ser assistida devido à inalação de fumo".

Um total de 411 operacionais de várias corporações do Algarve e do Alentejo combatem as chamas que deflagraram no sábado à tarde, apoiados por 127 veículos, oito meios aéreos e cinco máquinas de rasto.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Pessoas retiradas de casa, por precaução, devido a fogo em Monchique

Várias pessoas estão a ser retiradas das suas casas, por precaução, na sequência do incêndio que desde o início da tarde de hoje lavra em Monchique, disse à Lusa o presidente da autarquia, Rui André.

Em declarações à Lusa, o autarca adiantou que as pessoas, cujo número não conseguiu especificar, estão a ser retiradas "por questões de segurança", apesar de não existir, por enquanto, uma ameaça real de que o fogo atinja aquelas habitações.

De acordo com fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, a combater o fogo, que às 17h00 se mantinha ativo em três frentes, estão 174 operacionais, de todas as corporações de bombeiros da região, apoiados por cinco meios aéreos.

O incêndio deflagrou hoje ao início da tarde no sítio do Tojeiro, na freguesia de Marmelete, Monchique, numa zona de mato e eucaliptos.

Segundo Rui André, as chamas dirigem-se para várias zonas, mas os bombeiros estão a incidir o combate na zona norte, local onde existem mais habitações.

O posto de comando para a coordenação das operações está instalado junto ao autódromo internacional do Algarve.

terça-feira, 31 de março de 2015

Proteção Civil alerta para risco de incêndio.

A Proteção Civil alerta para o risco de incêndios florestais nos próximos dias. Os distritos do interior serão os mais afetados, sobretudo esta quarta e quinta-feira.

Em causa, está a ocorrência de vento e tempo seco, com temperaturas acima dos valores normais para a época.

A Proteção Civil recomenda, por isso, que a população evite comportamentos de risco, como fazer fogueiras ou queimadas.