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sábado, 27 de maio de 2017

Portimão apresenta Plano Operacional Municipal para os Incêndios Florestais 2017

Na próxima terça-feira, 30 de maio, a partir das 17h00, a autarquia de Portimão apresenta o seu Plano Operacional Municipal de prevenção e combate aos Incêndios Florestais, numa sessão pública que será presidida pela Presidente da Câmara, Isilda Gomes, e terá lugar no Clube de Instrução e Recreio Mexilhoeirense.
 


Por ocasião da apresentação serão, ainda, entregues novos equipamentos de proteção e socorro às forças de proteção civil e a mesma culmina, no Adro da Igreja Matriz da Mexilhoeira Grande, com o juramento e ingresso de dez novos operacionais nos Bombeiros de Portimão, informou hoje a autarquia.

(Fonte: Algarve Primeiro)

quinta-feira, 23 de março de 2017

Acusado pelo MP assume ter ateado chamas mas garante que estas não provocaram qualquer incêndio

O homem de 49 anos acusado de ter causado o incêndio que consumiu milhares de hectares de mato e floresta, em Monchique e Portimão, em Setembro passado, admite ter ateado chamas, mas garante que estas não provocaram qualquer incêndio. 

O arguido requereu, na semana passada, a abertura de instrução do processo, após ser acusado pelo Ministério Público de Portimão da prática de sete crimes de incêndio, um deles agravado. Contesta a generalização que foi feita pela Polícia Judiciária, que lhe atribuiu a autoria de todos os fogos ocorridos no dia 3 de Setembro, na zona de Monchique. E diz que não há provas, em particular testemunhas, que o coloquem nos locais onde deflagraram todos os fogos. 

De acordo com a acusação, o arguido terá parado o carro várias vezes ao longo da estrada e pegado fogo a mato seco com um isqueiro. O arguido argumenta que apenas tinha um isqueiro Bic, que entregou às autoridades com mais de metade do gás. 

Os fogos em causa ocasionaram prejuízos de milhões de euros e obrigaram à evacuação de dezenas de residentes e de hóspedes e funcionários de um hotel. O homem encontra-se em prisão preventiva.

(Fonte: cmjornal.pt)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Incêndio florestal "começa a dar tréguas" em Monchique e Portimão

O incêndio florestal que está activo desde quarta-feira nos concelhos de Monchique e Portimão continua com dois focos que merecem maior preocupação, mas "começa a dar tréguas", afirmou hoje à tarde o comandante operacional distrital de Protecção Civil de Faro.

"Não está extinto, nem sequer está dominado. Temos 40% do perímetro em vigilância, 40% dominado e 20% activo", sublinhou Vítor Vaz Pinto, num balanço pelas 16h30, estimando que a área ardida ronde entre os 2.000 e 2.500 hectares.

Apesar de não haver um cenário generalizado de chamas de grandes proporções, registam-se "situações que, com algum vento que se possa fazer sentir, podem provocar alguma fagulha incandescente para fora do perímetro de incêndio e causar algum problema sério", referiu Vitor Vaz Pinto.

O combate às chamas está a cargo de 689 operacionais e agentes de protecção civil, 219 meios técnicos, 16 máquinas de rasto e seis meios aéreos, tendo o comando de operações dispensado três meios aéreos.

A Protecção Civil começa agora a pensar na consolidação do incêndio.

Vítor Vaz Pinto sublinhou que o fogo inicial em Monchique, a 03 de Setembro, durou 24 horas e teve uma fase de consolidação por mais de 48 horas, sofrendo depois um reacendimento na quarta-feira.

"Atendendo às condições meteorológicas que se fazem sentir, nomeadamente o factor vento, que tem sido uma constante sempre neste incêndio, temos de facto de consolidar essas situações de forma a que não haja nenhuma reactivação", comentou o comandante.

Quanto ao desempenho das centenas de operacionais que têm estado a combater as chamas na serra de Monchique, Vaz Pinto definiu-o como uma "prestação de excelência".

"Cumpriram com elevado profissionalismo o plano estratégico de acção que foi delineado para o combate dos incêndios florestais", concluiu.

Devido a este fogo, por precaução, 16 pessoas foram retiradas de casa no concelho de Monchique e outras 28 no município de Portimão, onde também 85 pessoas foram deslocadas de um hotel, por causa do fumo.

Incêndio em Silves dispersa meios de Monchique e Portimão

Um incêndio com três frentes deflagrou esta quinta-feira à noite em Almarjão, no concelho de Silves, e, segundo o comandante operacional dos bombeiros do Algarve, merece "cuidados redobrados" e obrigou a desviar meios de combate de Monchique e em Portimão. 

O Comandante Distrital de Operações de Socorro, Vítor Vaz Pinto, disse aos jornalistas que ao início da noite se registou "uma série de ignições" no concelho de Silves, que fizeram "desviar alguns meios que estavam empenhados no combate às chamas" em Monchique e em Portimão. 

O comandante operacional distrital disse ainda que o combate às chamas em Silves estão a ser dificultadas pela "falta de acessos", sublinhando que para o local já foram também deslocadas máquinas de rasto para abrir caminho aos bombeiros. 

"Não está a ser fácil", reconheceu Vaz Pinto, para definir o fogo que, à partida, não tem relação com o incêndio que já estava a ser combatido em Monchique e Portimão e que já está em curso há mais de 24 horas. 

Vaz Pinto fez também o ponto de situação ao incêndio de Monchique e Portimão, indicando que o mesmo mantém três frentes, duas dominadas e uma activa, frente essa que está a ser combatida com dificuldade devido à falta de acessos. 

"É uma frente que está a progredir para oeste, que estamos a tentar debelar o mais depressa possível, apesar de as condições adversar, com muito vento e falta de acessos", destacou o comandante distrital, lamentando: "já não bastava esta situação, senão agora também o incêndio em Silves".

O incêndio que lavra em Portimão e Monchique está activo há mais de 24 horas e está a ser combatido por várias centenas de operacionais, com o apoio de cerca de 150 viaturas e uma dezena de máquinas de rasto. 

O fogo deflagrou no passado sábado, 3 de Setembro, foi dado como extinto no domingo, mas reacendeu-se esta quarta-feira tendo vindo a progredir para sul e entrado ao início da tarde de hoje no concelho de Portimão. 

Por precaução, foram deslocadas 16 pessoas - idosas e com mobilidade reduzida -, encaminhadas depois para casa de familiares, centros de dia e para um pavilhão desportivo de apoio à Protecção Civil. 
 
As povoações do Carriçal, Moinho da Rocha e Tabual e o hotel Pestana junto ao Autódromo Internacional do Algarve também foram evacuados durante a tarde de hoje. 

O combate tem sido dificultado pelas condições atmosféricas, nomeadamente o vento forte que tem fustigado a zona desde quarta-feira à noite, e os difíceis acessos.

(FONTE CM)

domingo, 4 de setembro de 2016

Detido homem suspeito de atear fogos em Monchique

Um homem foi ontem à tarde detido na zona da Fóia (Monchique) suspeito de ter sido o autor de vários focos de incêndio.

O homem foi apanhado em flagrante a atear incêndios, tendo sido detido pelas autoridades policiais.

A detenção ocorreu depois de os bombeiros terem solicitado a intervenção da GNR e da PJ, devido ao número anormal de ignições que se registaram durante a tarde e quase à mesma hora em vários locais do concelho de Monchique.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Portimão aprova donativo à Câmara do Funchal no valor de 5 mil euros

Na reunião do Executivo Municipal de Portimão foi aprovado por unanimidade, Presidente e vereadores, um donativo de 5.000€ a disponibilizar de forma imediata à Câmara Municipal do Funchal, para entrega aos Bombeiros ou outras instituições, para ajudar a minimizar a tragédia que assolou os concelho funchalense.

É pouco mas é uma ajuda. O meu abraço solidário à Madeira e às pessoas atingidas”, revela João Vasconcelos, vereador da CM de Portimão eleito pelo Bloco de Esquerda que é também deputado na Assembleia da República.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Época crítica em incêndios começa hoje

A época mais crítica em incêndios florestais começa hoje, com um total de 9.708 operacionais, 2.235 equipas, 2.043 viaturas e 47 meios aéreos, um dispositivo idêntico ao de 2015.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) conta ainda na fase 'Charlie', que se prolonga até 30 de Setembro, com 236 postos de vigia da responsabilidade da GNR.

Segundo o Ministério da Administração Interna (MAI), o dispositivo de combates a incêndios florestais está orçado em mais de 70 milhões de euros, sendo idêntico em recursos humanos e técnicos ao do ano passado.

Este ano vai ser testado em 18 corporações de bombeiros, uma por distrito, o sistema de georreferenciação nas viaturas operacionais com recurso à rede Siresp (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal), permitindo conhecer todas as suas movimentações durante o combate aos fogos.

Tanto para o MAI, como para a Autoridade Nacional de Protecção Civil, o grande objectivo do DECIF continua a ser a segurança das forças envolvidas no combate.

Nesse sentido, e no âmbito da preparação da época de fogos, foram desenvolvidas 304 acções de treino, envolvendo 7.100 operacionais, dos quais cerca de 5.400 foram bombeiros, segundo o MAI.

Nestas acções de treino, foi dada especial atenção "à segurança individual e colectiva no combate a incêndios florestais, tendo por objectivo a minimização de vítimas".

A circular financeira, documento que fixa os princípios norteadores do pagamento das despesas com pessoal integrado no DECIF e das despesas extraordinárias com os fogos, como combustíveis, alimentação e equipamentos, tem, este ano, como novidade as regras para a substituição do material que arde nos incêndios.

Segundo a circular financeira deste ano, o equipamento dos bombeiros, que arde durante os incêndios florestais, como mangueiras, viaturas, moto-bombas, motosserras, vai ter de ser entregue à Autoridade Nacional de Protecção Civil, para que as corporações possam ser ressarcidas dos danos.

Tal como aconteceu no ano passado, não fazem parte dos 47 meios aéreos disponíveis, para época de fogos, os três helicópteros Kamov do Estado inoperacionais, que esperam reparação.

Na semana passada, o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, afirmou, no parlamento, que os três helicópteros pesados "ainda não começaram a ser reparados" e também não foi decidida a forma como o concurso para a reparação se vai realizar.

Jorge Gomes disse ainda que a manutenção e operação dos helicópteros Kamov estão a ser investigadas pelo Ministério Público.

A época mais crítica em incêndios florestais começa com o valor mais baixo dos últimos dez anos no número de fogos, tendo-se verificado, entre 01 de Janeiro e 29 de Julho, 1.828 ocorrências.

Por Lusa

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Operação “Floresta Segura 2015” da GNR

A Guarda Nacional Republicana realiza até dia 31 de outubro, em todo o território nacional, a operação Floresta Segura 2015, materializada em ações de patrulhamento e vigilância das zonas florestais, de primeira intervenção nos incêndios florestais, na validação e medição dos incêndios florestais e na investigação das suas causas. 

Relativamente à vigilância da floresta, que tem como objetivo prevenir e detetar a eclosão de incêndios florestais, a Guarda tem ativa a rede nacional de postos de vigia, sendo contratados para o efeito um total de 920 vigilantes, de acordo com as seguintes fases de empenhamento:
- 1ª fase (até 30 de junho) - 72 postos de vigia em funcionamento guarnecidos com dois vigilantes cada um;
- 2ª fase (a partir de 1 de julho) - 230 postos de vigia em funcionamento, guarnecidos com quatro vigilantes cada. 


Nas ações de primeira intervenção nos incêndios florestais serão empenhados 574 militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro. Serão também empenhados 948 militares e civis do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), a quem compete, além da vigilância e do patrulhamento das áreas florestais, no sentido de reprimir atividades ilícitas contra o património florestal, validar e medir as áreas ardidas e investigar as causas dos incêndios.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Apresentação do Plano Operacional Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Portimão

Esta sessão decorrerá mediante o seguinte alinhamento:

1 - Apresentação do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) 2015-2019, recentemente aprovado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)

2 - Apresentação do Plano Operacional Municipal (POM) 2015, aprovado pela Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (CMDFCI) - Eng. Joana Ribeiro (Gabinete Técnico Florestal)

3 -Apresentação do Plano de Sensibilização à população sobre o perigo de incêndio florestal - Dr. Valter Raimundo (Serviço Municipal de Proteção Civil); 

4 - Apresentação do Dispositivo Municipal e Matriz de Resposta no Combate aos Incêndios Florestais no concelho de Portimão - Comandante Richard Marques (Comandante Operacional Municipal e Coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil)

5 - Intervenção da Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dra. Isilda Gomes

Notas Complementares de Esclarecimento:

PMDFCI: Documento plurianual que define, para um intervalo de 5 anos, as medidas necessárias no âmbito das atribuições da Câmara Municipal de Portimão no domínio da prevenção e da defesa da floresta, que inclui a previsão e planeamento integrado das intervenções das diferentes entidades perante a ocorrência de incêndios, estabelecendo uma estratégia municipal no âmbito das atribuições da Comissão Municipal de Defesa da Floresta (CMDF). 

Visa ainda transpor para o nível local e municipal as orientações estabelecidas no Plano Nacional e Distrital de Defesa da Floresta contra Incêndios, em consonância com os respetivos Planos Regionais de Ordenamento. 
POM: Documento anual que operacionaliza o PMDFCI, em particular para as ações de vigilância, deteção, fiscalização, 1.ª intervenção, combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio, e particulariza a execução destas ações, elencando os Meios e recursos, contactos dos diversos intervenientes, estabelece uma setorização territorial de DFCI e identifica locais estratégicos de estacionamento para as forças integrantes. 

Compreende ainda a cartografia de apoio à decisão.
Plano de Sensibilização: Insere-se no Plano de Atividades de Proteção Civil para 2015, aprovado pela Comissão Municipal de Proteção Civil e compreende um conjunto de ações direcionadas à população residente nas áreas mais vulneráveis do concelho, no que concerne ao perigo de incêndio florestal, com intuito de sensibilizar o cidadão para a adoção de comportamentos responsáveis, afastando atitudes de risco que possam originar incêndios florestais e disseminar medidas preventivas e de autoproteção para situações de emergência neste âmbito.

Matriz e Dispositivo de Resposta Municipal: Face ao histórico de ocorrências e à previsibilidade de ocorrerem situações de incêndio florestal no concelho, foi desenhado um dispositivo tático de intervenção, enquadrado no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), a par de uma matriz de intervenção municipal que estabelece a resposta operacional a este desígnio nacional, assim como um processo eficiente de gestão da informação e capacidade de comando e controlo, assegurando uma intervenção integrada nas várias fases de perigo. 

sábado, 9 de maio de 2015

Temperaturas podem chegar aos 37 graus


A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou esta sexta-feira para o risco de incêndio florestal, que deverá atingir nos próximos dias “valores máximos a extremos” nos distritos a Sul do Tejo, por causa do tempo quente. 

Num comunicado para avisar a população sobre as medidas preventivas a adotar, a ANPC refere que nos próximos dias há “condições favoráveis à progressão de eventuais incêndios florestais”, tendo em conta o tempo seco e vento moderado. 

A ANPC adianta que está prevista, a partir de sábado, uma subida gradual da temperatura máxima, atingindo valores entre 30 e 37 graus em todo o pais na segunda-feira.
“Atendendo à situação meteorológica, é expectável que o risco de incêndio atinja valores máximos a extremos, para os distritos a sul do tejo, apontando para um aumento das dificuldades de supressão”, refere a Proteção Civil.

A ANPC refere que, nos locais onde o índice de risco de incêndio é superior ao nível elevado, não é permitido realizar queimadas nem fogueiras, queimar matos cortados e amontoados, lançar foguetes e fumar ou fazer lume nos espaços florestais, nem pode ser feita a utilização de equipamentos de queima e de combustão. 

A ANPC recomenda ainda à população para que tome os comportamentos adequados face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução. 

No comunicado, a Proteção Civil admite que os grupos populacionais mais vulneráveis, como idosos, crianças, sem-abrigo e doentes do foro cardiorrespiratório, sejam afetados pelo calor. 

A ANPC aconselha ainda os peregrinos e participantes nas comemorações do 13 de maio em Fátima a adoção de medidas de autoproteção.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

INEM está sem helicópteros para transporte de doentes

Esta paragem estará relacionada com a transferência de gestão dos helicópteros da Autoridade Nacional de Proteção Civil para a empresa Everjets, que ganhou este ano o concurso público de operação e manutenção dos aparelhos, disse à Lusa fonte do INEM.

O INEM utiliza habitualmente dois helicópteros Kamov, com base em Loulé e Santa Comba Dão, para transporte de doentes, sobretudo em emergências durante a noite, interrompendo esse serviço durante a época de fogos florestais.

No entanto, este ano, essa interrupção ocorreu mais cedo, semanas antes da época de incêndios.

A rádio TSF noticiou que esta interrupção está relacionada com entrada da Everjets, e que esta empresa "precisa de seis semanas para ajustar os procedimentos para voar com os helicópteros Kamov".

Para fazer face a esta ausência antecipada dos dois helicópteros, o INEM explicou, em comunicado, que está a utilizar uma aeronave Agusta 109 (da Base Aérea de Beja) para toda a região sul do país e reforçou em Beja com uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER).

Na região de Santa Comba Dão, o dispositivo de emergência foi colmatado também com mais uma VMER.

A empresa Everjets vai ser responsável pela operação e manutenção dos helicópteros Kamov do Estado nos próximos quatro anos, depois de ter vencido concurso público de valor superior a 46 milhões de euros.