sábado, 20 de janeiro de 2018
Sismo de magnitude 3,3 registado em Monchique
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Sismo com epicentro em Arraiolos foi sentido em Portimão
Num novo comunicado, enviado às 12h10 de hoje, o IPMA informou que o sismo foi registado nas estações da rede Sísmica do Continente às 11h51 e teve epicentro a cerca de seis quilómetros a Norte-Nordeste de Arraiolos, no distrito de Évora.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Algarve afectado por poeira do deserto do Saara
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Sismo de magnitude 3.7 ao largo de Faro sentido esta madrugada
domingo, 20 de novembro de 2016
Chuva e vento fortes no Algarve
Ventos moderados, soprando por vezes forte e com rajadas até 80 km/h do quadrante oeste.
Em relação ao estado do mar, o IPMA alerta para ondas de noroeste na costa ocidental, com 4 a 5 metros de altura.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Sismo de magnitude 2.6 a cerca de 8 km a Sul de Monchique
domingo, 11 de setembro de 2016
Outono antecipado. Chuva e frio devem chegar terça-feira
terça-feira, 7 de junho de 2016
Dez concelhos do Algarve em risco elevado de incêndio
terça-feira, 3 de maio de 2016
Algarve em risco muito elevado de incêndio
terça-feira, 26 de abril de 2016
Algarve com risco Muito Alto de exposição aos raios UV
quarta-feira, 2 de março de 2016
Sismo de 3.8 registado ao largo de Faro
sábado, 23 de janeiro de 2016
Sismo de magnitude 3.9 registado no Continente
Um sismo de 3.9 na escala de Richter foi registado este sábado, às 15h35.
Segundo informações do IPMA, o epicentro se localizou a cerca de 100km a Oeste-Sudoeste do Cabo de S. Vicente.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Sismo de 3.5 registado ao largo do Cabo de S. Vicente
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
IPMA coloca o Algarve sob aviso laranja
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Faro sob aviso amarelo
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Tempo. IPMA prevê descida de temperatura para a próxima semana
Para o próximo sábado há a previsão de céu muito nublado, mas sem chuva.
As temperaturas máximas na região sul podem chegar aos 16 graus centígrados, enquanto as mínimas podem oscilar entre os 5 e os 7 graus centígrados.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Choveu muito no Algarve, mas não foi recorde
A quantidade de chuva que caiu no domingo na zona entre Portimão e Olhão foi inferior a máximos históricos registados.
Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a zona mais afectada pela forte chuva que caiu domingo foi a linha entre Portimão e Olhão, com Albufeira e Quarteira a serem as zonas mais afectadas.
"Estima-se que o valor da precipitação ocorrida entre as 4 e 14 horas em Albufeira e Quarteira tenha variado entre 106 e 139 milímetros, com um valor médio estimado de 122 milímetros", refere em comunicado o IPMA.
O instituto refere que nas suas estações meteorológicas automáticas do aeroporto de Faro e de Portimão os "máximos horários de precipitação observados foram de 11 milímetros em Portimão às 11 horas e de 20 milímetros em Faro às 12 horas, tendo aquela estação registado um valor máximo de 74 milímetros em seis horas, entre as 6h00 e as 12h00".
O IPMA indica também que na estação meteorológica automática do aeroporto de Faro o "máximo histórico horário é cerca de 3,4 vezes superior ao observado no presente episódio e que os máximos históricos de seis horas e de 24 horas são cerca de 1,5 vezes superiores aos observados".
"Na estação de Portimão os máximos históricos horários em seis horas são cerca de duas vezes superiores aos observados naquele episódio e o máximo histórico de 24 horas é cerca de 1,3 vezes superior ao observado", acrescenta o IPMA.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Mau Tempo: Proteção Civil do Algarve considera que alerta azul foi eficiente e ajustado
“Parece-me que o estado de alerta declarado [pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)] provou-se que foi eficiente e ajustado”, disse aos jornalistas Vítor Vaz Pinto, sublinhando que a “prova evidente é que nunca houve falta de meios em lado nenhum” da região, sobretudo na zona de Albufeira, a mais fustigada pela forte chuva.
Aquele responsável refutava, assim, as críticas da Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Proteção Civil (Asprocivil) de que a ANPC deveria ter aumentado o nível de alerta para a região, no domingo, de azul para vermelho, já que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) tinha colocado o Algarve sob aviso vermelho.
Vítor Vaz Pinto, que falava aos jornalistas após uma reunião na Câmara de Albufeira, que reuniu várias entidades, aproveitou para esclarecer que os avisos emitidos pelo IPMA são dirigidos à população, para que adote medidas de prevenção, e que os alertas emitidos pela ANPC têm a ver com o dispositivo de forças a acionar em resposta às situações.
“O trabalho de casa foi feito, há planos prévios de intervenção que foram acionados, há planos de emergência que estavam em vigor e que estão a funcionar e tudo funcionou da forma que era expectável”, declarou.
Aquele responsável frisou, ainda, que estiveram envolvidos nas operações 1.200 elementos da Proteção Civil, apoiados por mais de 400 meios técnicos.
Em comunicado enviado na segunda-feira à agência Lusa, a Asprocivil refere que a ANPC devia ter aumentado o nível de alerta, já que o IPMA tinha colocado sob aviso vermelho – nível de situação meteorológica de risco extremo – o distrito de Faro, devido à previsão de chuva forte entre as 09:00 e as 15:00 de domingo.
A Asprocivil adiantou que, segundo informação divulgada pelo IPMA, entre as 05:00 e as 14:00 de domingo “choveram 102 litros (média habitual seria de 90 litros) por metro quadrado”, acrescentando ainda que, “entre as 12:00 e as 13:00, foi a hora em que mais choveu”, sendo que os dados recolhidos indicam 20 litros por metro quadrado naquela hora.
As chuvas intensas que se abateram sobre Albufeira no último domingo afetaram sobretudo o centro da cidade, destruindo estradas e viaturas e devastando estabelecimentos comerciais.
A dimensão dos estragos, que ainda não estão quantificados, já levou o presidente da Câmara de Albufeira a pedir ao Governo a declaração do estado de calamidade pública.
domingo, 1 de novembro de 2015
Pior já passou no Algarve, mau tempo dirige-se para Alentejo, Setúbal e Lisboa
A indicação foi dada esta tarde à agência Lusa pela meteorologista Sandra Correia, do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA), que indicou que o aviso vermelho, o mais grave, terminava às 15h de Portugal Continental, descendo, depois dessa hora, para laranja, no “eixo Sines/Beja”, e amarelo nos distritos de Setúbal e Lisboa, embora sem a intensidade registada no Algarve.
O aviso amarelo prevalecerá nas três duas áreas até às 18h, altura em que o IPMA reavaliará a situação, sublinhou Sandra Correia.
O mau tempo, acrescentou a meteorologista, deve-se a uma depressão situada a sudoeste do território continental português e que tem estado a afectar e a condicionar o tempo no centro e sul do país.
Durante a noite, disse Sandra Correia, o distrito de Portalegre poderá ser o próximo distrito afectado, mas a previsão só ficará definida após a reavaliação do IPMA de domingo à tarde, altura em que também serão estabelecidos os graus da escala de alerta.
Para segunda-feira, a previsão do IPMA aponta para que o mau tempo será “crítico” nas regiões do sul e do norte e desanuviará no centro, devendo o alerta situar-se entre o amarelo e o laranja, mas nada que se compare ao que se passou hoje de manhã no barlavento algarvio, indicou a meteorologista.
Sandra Correia remeteu, porém, para a reanálise da situação do fim da tarde de domingo.
Quanto à ondulação, há avisos de ondas de quatro a cinco metros de noroeste a sul do Cabo Carvoeiro – afectando Leiria, Lisboa, Setúbal, e os litorais alentejano e algarvio –, com aviso amarelo na região do Sotavento do Algarve, em que chegarão aos quatro metros de altura vindas de sueste.
No Algarve, há ainda a previsão de, até às 21h, ventos com rajadas, que poderão atingir os 80 quilómetros/hora.
A norte do Cabo Carvoeiro, frisou Sandra Correia, não há qualquer estado de alerta e o vento é fraco a moderado.
Na Madeira, o aviso amarelo ligado à ondulação termina às 15h, enquanto nos Açores não há problemas a registar.
Chuva provoca inundações e corte de estradas no Algarve
Mas nenhuma destas inundações é considerada grave, garante o 2º comandante distrital da Proteção Civil do distrito de Faro. Abel Gomes fala na queda de algumas árvores e estruturas, mas sem vítimas ou grande prejuízos materiais.
O aviso vermelho no distrito de Faro vai continuar até às 3 da tarde.
A Proteção Civil recomenda às pessoas que fiquem em casa, como medida de precaução.
De acordo com o Centro Distrital de Operações de Socorro de Faro, até às 13h, foram registadas 69 ocorrências, com maior incidência nos concelhos de Loulé, Albufeira, Faro e Silves.
Segundo a mesma fonte, algumas estradas ficaram intransitáveis devido ao grande volume de água, e registaram-se inundações ao final da manhã em alguns estabelecimentos comerciais e garagens e não há registo de pessoas desalojadas.
Nas operações nos diversos concelhos estão envolvidos 192 operacionais, apoiados por 81 veículos.

