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sábado, 27 de janeiro de 2018

Concertos para piano e orquestra de Beethoven até abril em Portimão

Os concertos integram a 2.ª edição do Festival Internacional de Piano do Algarve, têm direção artística do maestro Armando Mota e contam com "pianistas de renome internacional".


O público vai poder assistir, de janeiro a abril, no Teatro Municipal de Portimão, a cinco concertos que compõem a obra integral para piano e orquestra do compositor alemão Ludwig van Beethoven, anunciou a organização.

Os concertos integram a 2.ª edição do Festival Internacional de Piano do Algarve, têm direção artística do maestro Armando Mota e contam com “pianistas de renome internacional”, nomeadamente Adriano Jordão, João Rosa, Armando Mota e Artur Pizarro, revelou a organização, a cargo do programa cultural 365 Algarve.

Anabela Afonso, comissária do 365 Algarve, disse à agência Lusa que esta é uma das cinco centenas de iniciativas que o programa promove na região durante a época baixa do turismo e adiantou que as entradas custam 15 euros.

A comissária precisou que “o Festival internacional de Piano do Algarve vai na segunda edição, é um dos projetos apoiados pelo 365 Algarve” e inicia no sábado “um ciclo dedicado à obra integral de Beethoven para piano e orquestra”, com a primeira de quatro datas que se repetem mensalmente até abril.

“É com certeza uma oportunidade a não perder. E estar atento às bilheteiras, porque a informação que tenho é que o concerto de sábado está a vender bastante bem e está a ter bastante procura, portanto, aconselho mesmo a quem não quiser perder a apressar-se”, afirmou Anabela Afonso.

A comissária do programa precisou que o ciclo dos cinco concertos para piano e orquestra de Beethoven contam com Adriano Jordão como solista e dão também ao público a “oportunidade de ouvir como solistas João Rosa, o mestre Armando Mota e o Artur Pizarro, que é também já bastante conhecido do público português, um grande pianista, com uma carreira internacional bastante reconhecida, e que estará nos dois últimos concertos”.

“Os maestros, também eles bastante reconhecidos, serão José Gomes, Osvaldo Ferreira e Nikolay Lalov. As orquestras presentes serão a Orquestra Clássica do Centro, Orquestra Filarmónica Portuguesa e Orquestra de Oeiras e Cascais”, anunciou a organização, acrescentando que os concertos se realizam sempre ao sábado, pelas 21h30, no Tempo – Teatro Municipal de Portimão.

O programa cultural 365 Algarve foi apresentado pelo Governo como uma medida para estimular a oferta cultural na época baixa e enriquecer a experiência turística de quem visita a região, através da promoção de 525 iniciativas, apoiadas com recurso a um orçamento total de 1,5 milhões de euros.

segunda-feira, 20 de março de 2017

1,5 milhões de sacos para dejectos de cães em Portimão

Um milhão e meio de sacos de plástico, destinados à recolha de dejectos caninos, são disponibilizados todos os anos, de forma gratuita, em Portimão. A medida implementada pela Empresa Municipal de Águas e Resíduos (EMARP) tem como objectivo manter limpos as ruas e os passeios do concelho. 

Os sacos encontram-se colocados em 251 dispensadores instalados em toda a área do município, de forma a que estejam facilmente acessíveis a quem passeia o seu cão. A empresa diz que procura manter sempre os dispensadores abastecidos, mas estes por vezes ficam vazios porque existem pessoas que retiram os sacos para fins diferentes daqueles a que se destinam. 

A EMARP decidiu avançar com a distribuição de sacos para dejectos caninos há cerca de cinco anos, gastando anualmente uma verba que ronda os 30 mil euros. 

"Apesar de as pessoas se encontrarem cada vez mais consciencializadas para esta questão, a verdade é que ainda há muito que pode ser melhorado", afirma João Rosa, administrador da empresa municipal. 

Em Portimão, existe um regulamento que prevê a aplicação de multas pesadas aos donos que não façam a recolha dos dejectos dos seus animais das vias públicas e a sua posterior deposição em contentores de lixo e papeleiras. As multas vão de 250 euros a 5300 euros. 

Apesar da possibilidade de multas, a empresa municipal não tem vindo a aplicá-las. "Temos optado por acções de sensibilização em vez da repressão", salienta o administrador da EMARP.

(Fonte: cmjornal.pt)