Mostrar mensagens com a etiqueta medecina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta medecina. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dentistas dão consultas em três centros de saúde do Algarve

Três médicos dentistas estão a dar consultas em três centros de saúde do Algarve. O serviço de saúde oral já está a ser prestado nos centros de saúde de Portimão, Faro e Tavira.

Os doentes vão passar a ser referenciados para consultas de medicina dentária pelos médicos de família ou por outros médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Segundo a Administração Regional de Saúde (ARS), foram traçadas as linhas orientadoras sobre o funcionamento destes novos serviços que irão abranger, numa fase inicial, "os utentes com fatores de risco e outras situações que o médico de família considerar que se justifica clinicamente".

Numa primeira fase, a Administração Regional de Saúde vai disponibilizar três médicos dentistas e respetivas assistentes nos agrupamentos de centros de saúde Barlavento (Portimão), Central (Faro) e Sotavento (Tavira), sendo que o número de profissionais e o número de locais poderão vir a crescer durante o ano de 2018.

O objetivo, segundo a ARS, é "garantir o acesso das pessoas com patologias crónicas a cuidados de saúde oral e avaliar a situação de saúde oral das pessoas com as diversas patologias definidas e seguidas no SNS".

Os centros de saúde vão estar preparados para realizar consultas de medicina dentária, consultas de urgência, restauração definitiva em resina composta e cimento, exodontia de dentes permanentes, obturação canalar, destartarização, raspagem e alisamento radicular, tratamento periodontal de manutenção, gengivoplastia e gengivectomia, drenagens e selamento de fissuras.

(fonte CM)

terça-feira, 22 de março de 2016

Anestesiologistas apresentam proposta para reduzir riscos em cirurgia de ambulatório em Portimão

Anestesiologistas portugueses vão apresentar uma proposta, para a redução de riscos de complicações durante a cirurgia e no pós-operatório, a idosos e obesos, em maio, em Portimão, informou a Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA).
LEONEL DE CASTRO / GLOBAL IMAGENS / ARQUIVO

Esta proposta, destinada a todos os profissionais de saúde envolvidos em programas de cirurgia de ambulatório, decorre do crescente aumento da população idosa e obesa em Portugal, que obriga a cuidados especiais, nomeadamente no que à anestesia diz respeito", explicou Vicente Vieira, anestesiologista e membro da Direcção da APCA, em comunicado de imprensa, defendendo que "é necessário uma avaliação pré-operatória rigorosa dos doentes e a selecção da técnica anestésica mais segura para cada doente”.

A proposta resulta do trabalho de mais de 20 unidades hospitalares nacionais, e vai ser apresentada a 9 de maio, em Portimão, em local a definir.

Intitulada “Recomendações para a abordagem anestésica do doente idoso e obeso em cirurgia de ambulatório”, a proposta tem por objectivo que os profissionais de saúde dêem uma atenção especial aos pacientes obesos, por estes apresentarem “frequentemente outras patologias associadas, nomeadamente respiratórias, cardiovasculares e endócrino-metabólicas”, com riscos associados no pós-operatório.

Igualmente para os idosos, em que é necessário ter cautela relativamente ao seu ”histórico clínico de doenças cognitivas”, Vicente Vieira diz que é “fundamental a avaliação e optimização clínica de um vasto número de outras patologias”, para que o regresso do paciente a casa e a sua reabilitação seja rápido.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Algarve aposta em formação na medicina intensiva

O Centro Hospitalar do Algarve (CHA) vai começar em julho a dar formação a subespecialistas em medicina intensiva, o que pode contribuir para atrair médicos para o Algarve, disse esta terça-feira à Lusa um responsável.

"Passámos de dois serviços sem grande visibilidade nesta área para formadores nacionais", sublinhou à Lusa Luís Pereira, diretor do departamento de Emergência, Urgência e Cuidados Intensivos do CHA.

Aquele centro hospitalar anunciou na segunda-feira que o Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos atribuiu àquele departamento, que integra os serviços de medicina intensiva de Faro e de Portimão, a capacidade formativa parcial de nível C para os próximos cinco anos.

Médicos de todo o país e da Europa podem candidatar-se às quatro vagas para subespecialistas nas áreas de medicina intensiva e as vagas para a formação de médicos internos passa de cinco para oito.

Para alcançar esta atribuição, o CHA conta com uma equipa de sete subespecialistas, remodelou os serviços de Portimão e Faro, aumentando o número de camas e atendimentos e adquiriu novos equipamentos. Cada subespecialização tem a duração de dois anos.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Eis 15 sintomas de cancro que são desvalorizados

O cancro é uma doença conhecida por ser, na maioria dos casos, silenciosa, mas há casos em que os doentes poderiam demorar menos a ir ao médico se estivessem sensibilizados para certos sintomas. Estes são os 15 sintomas que não deve ignorar.

1. Perda de peso e de apetite: Se uma pessoa não está a fazer uma dieta ou exercício e perde 10% do seu peso em dois meses deve ir ao médico. Em tumores que não, numa fase inicial, sintomas específicos, como alguns tipos de cancro do pâncreas ou do pulmão, estes sintomas são dos primeiros aspetos que podem levar a um diagnóstico.

2. Fadiga: Em situações de cansaço arrastado e sonolência não deve deixar de ir ao médico. Para além de poder ser um sintoma de um problema psicológico, pode também significar anemia, sintoma bastante comum de cancro do estômago. A anemia pode surgir ainda em casos de tumores do intestino.

3. Alterações do trânsito intestinal: Muitas vezes estão associadas ao stresse ou a uma dieta menos regulada mas, alterações persistentes devem ser valorizadas. No cancro é particularmente relevante, como adverte a médica do IPO de Coimbra, Gabriela Sousa, a alternância entre prisão de ventre e diarreia.

4. Sangue nas fezes: É um sintoma comum nos tumores gástricos, do intestino e do recto.

5. Fezes brancas e urina escura: Estes sintomas, bem como dor abdominal e pele amarelada podem ser sintomas de um cancro no pâncreas.

6. Tosse que não passa: Uma tosse seca e irritativa que não passa podem ser sintomas de um tumor do pulmão. Não deixe de ir ao médico.

7. Uma afta que não cicatriza: Este sintoma pode permitir um diagnóstico precoce de cancros de cabeça e pescoço ou até identificar lesões pré-cancerígenas. Se uma afta, ou qualquer ferida, na língua, lábio ou bochecha que não passe ao fim de dez dias deve ser vista pelo médico. A rouquidão que dura há mais de 15 dias também deve ser toda em conta pois pode ser um sintoma de cancro da laringe.

8. Líquido no mamilo: Este sintoma nem sempre é associado há doença mas pode ser um sinal de alerta para cancro da mamã. Uma escorrência ou secreção ou ainda a inversão do mamilo são sinais para os quais deve estar alerta.

9. Muitas idas ao WC: Se tem necessidade de ir várias vezes à hora à casa de banho, saiba que este pode ser um sintoma de cancro na próstata. Dor, sangue na urina ou no sémen ou ardência são também motivos para ir a uma consulta.

10. Impotência: Não se automedique, procure o médico de família para descobrir a causa da disfunção erétil. Pode estar ligada à presença de um tumor mas também a outras doenças do foro cardiovascular.

11. Sensibilidade mamária nos homens: O aumento do volume mamário, nos homens, e mudanças na sensibilidade do peito podem resultar de alterações na testosterona. Perda de libido também, pode ser sinal de cancro do testículo.

12. Incontinência Urinária: A incontinência, que pode também ser sintomática de cancro da bexiga, é muitas vezes desvalorizada. Dor e ardor urinários, urgência em urinar e sensação de esvaziamento incompleto são sintomas a ter em conta.

13. Dor pélvica: Um dos sintomas menos valorizados em casos de tumores ginecológicos (útero, ovário e vulva). “Uma moinha que até pode melhorar mas depois volta” deve ser considerada um sinal importante.

14. Descamação da pele: É preciso estar atento a pequenas feridas na pele, como se fossem frieiras, e descamações pois podem ser sintomas do cancro de pele mais frequente, o carcinoma basocelular, que não aparece em sinais.

15. Gengivite: Para além da importância de avaliar gânglios inchados e hematomas em casos de cancros de sangue, como leucemias, as gengivites (inflamação das gengivas) e infeções recorrentes são sintomas comuns num subtipo de leucemia aguda.