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quinta-feira, 23 de março de 2017

Acusado pelo MP assume ter ateado chamas mas garante que estas não provocaram qualquer incêndio

O homem de 49 anos acusado de ter causado o incêndio que consumiu milhares de hectares de mato e floresta, em Monchique e Portimão, em Setembro passado, admite ter ateado chamas, mas garante que estas não provocaram qualquer incêndio. 

O arguido requereu, na semana passada, a abertura de instrução do processo, após ser acusado pelo Ministério Público de Portimão da prática de sete crimes de incêndio, um deles agravado. Contesta a generalização que foi feita pela Polícia Judiciária, que lhe atribuiu a autoria de todos os fogos ocorridos no dia 3 de Setembro, na zona de Monchique. E diz que não há provas, em particular testemunhas, que o coloquem nos locais onde deflagraram todos os fogos. 

De acordo com a acusação, o arguido terá parado o carro várias vezes ao longo da estrada e pegado fogo a mato seco com um isqueiro. O arguido argumenta que apenas tinha um isqueiro Bic, que entregou às autoridades com mais de metade do gás. 

Os fogos em causa ocasionaram prejuízos de milhões de euros e obrigaram à evacuação de dezenas de residentes e de hóspedes e funcionários de um hotel. O homem encontra-se em prisão preventiva.

(Fonte: cmjornal.pt)

terça-feira, 21 de março de 2017

Doze indivíduos vão ser julgados por tráfico em Portimão, Monchique e Quarteira

O Ministério Público deduziu acusação para julgamento contra doze arguidos pela prática de crimes de tráfico de estupefacientes.
 


De acordo com o MP, a acusação reporta-se ao período, entre 2014 e Setembro de 2016, onde alguns dos arguidos dedicavam-se à venda de estupefacientes, designadamente heroína, cocaína, haxixe e “MDMA” ("ecstasy").

Os 12 detidos teriam como base de operações o Bairro da Cruz da Parteira, em Portimão, onde quase todos residiam e guardavam a droga, acrescenta o MP.

No mesmo processo foi ainda acusado um décimo terceiro arguido por detenção de estupefacientes para consumo.

Os arguidos têm entre 17 e 69 anos de idade e segundo a acusação, a venda era feita sobretudo em Portimão, mas também num bar em Monchique e na zona da Quarteira.

Um dos arguidos, que já havia cumprido pena de prisão por tráfico de estupefacientes, foi também acusado como reincidente.


(Fonte: algarveprimeiro.com)