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quarta-feira, 21 de março de 2018

Anestesistas reanimam recém-nascido por falta de pediatras em Portimão

Maternidade do hospital teve de realizar dois partos sem ter qualquer pediatra escalado nas Urgências. Situação motivou críticas de um deputado do PSD, que entretanto tornou o caso público


Dois bebés nasceram, no sábado, no hospital de Portimão, sem o apoio de qualquer pediatra. Um dos partos complicou-se e o recém-nascido teve de ser reanimado por uma equipa de anestesistas. Uma “situação imprevisível e excecional”, afirmou uma fonte oficial do Centro Hospitalar Universitário do Algarve. A mesma fonte sublinhou que os anestesistas são profissionais qualificados para estes procedimentos.

"A criança foi devidamente assistida por uma equipa de anestesistas altamente qualificada e assessorada pela Diretora do Departamento da Criança, Adolescente e Família” do hospital, assegurou. “A mãe e o bebé encontram-se bem”, garantiu.

A situação motivou críticas do deputado do PSD Cristóvão Norte, que a denunciou e tornou pública no Facebook. O deputado eleito pelo círculo do Algarve considera “grave e irresponsável” que o Centro Hospitalar Universitário do Algarve não assegure pediatras na unidade de Portimão, “de modo a garantir a segurança no funcionamento dos serviços, designadamente no bloco de partos, berçário, neonatologia e internamento de pediatria, já que os mesmos acolhem um significativo número de recém-nascidos e de crianças, mas é mais grave ainda permitir que a maternidade funcione assim.”

Segundo fonte do Centro Hospitalar Universitário do Algarve lembrou que “a carência de profissionais ao nível da especialidade é reconhecida”.

Apesar da carência de pediatras, a mesma fonte explicou que “o Conselho de Administração e a equipa do Departamento da Criança, Adolescente e Família têm trabalhado com empenho para garantir todas as escalas o que, graças à disponibilidade de toda a equipa de Pediatria, tem acontecido”.

"Nos últimos seis meses, em resultado do esforço desenvolvido, tem havido uma cobertura de 100% nas escalas de Pediatria. O ocorrido no dia 17 tratou-se de uma situação excecional e imprevisível”, garantiu.

Relativamente ao que aconteceu no sábado, a fonte sublinhou que, numa situação normal seria a equipa de pediatria a lidar com as possíveis complicações com o bebé após o parto, mas não raro os anestesistas fazem as reanimações.

A mesma fonte explicou que, “num contexto de excepção, como o que aconteceu no dia 17, em que por uma situação imprevisível não houve pediatra, as grávidas em trabalho de parto são normalmente encaminhadas para a maternidade de Faro”.

Tal não se verificou no sábado e a fonte do centro hospitalar explicou a razão: “Em alguns casos mais emergentes, designadamente em situações de parto iminente, por questões de segurança para a mulher e para o bebé, não se equaciona a transferência das utentes para a Unidade de Faro, garantindo esta unidade os recursos necessários para a realização do parto”.

"Não vamos arriscar que o bebé nasça na estrada quando há uma equipa especializada que lhe dá toda a assistência”, defendeu.

A falta de médicos na região do Algarve, sobretudo a de pediatras em Portimão, tem sido denunciada de forma repetida. Em janeiro de 2017, a urgência de Pediatria daquele hospital teve de ser assegurada por uma unidade privada durante alguns dias. Em julho, o problema repetiu-se, com a urgência de Pediatria a ter de encerrar.

Ainda na publicação que fez no Facebook, o social-democrata Cristovão Norte recorda que não é a primeira denúncia que faz sobre a falta de médicos.

Relembro ainda que, em nome do PSD, já tinha denunciado em julho passado ao Ministro da Saúde esta situação, o qual respondeu que o Algarve estava incluído nas zonas periféricas para efeito da contratação de médicos. A maternidade esteve encerrada três dias no princípio de 2017 por falta de pediatras. Os alertas têm que mudar as coisas. Não se pode fechar os olhos”, defende o deputado.

Cristóvão Norte pede ainda que o episódio de sábado seja objeto de um inquérito e deixa um recado ao Governo para que contrate os médicos necessários e, enquanto isso não acontece, impeça a realização de partos.

"O Governo tem que agir tomando as medidas adequadas, designadamente prover a unidade dos médicos necessários e, até que o consiga assegurar, não permitir a realização de partos sem que estejam cumpridas as regras mínimas de segurança. Essa exigência será traduzida em requerimento que apresentarei hoje [terça-feira]”, remata.

Poupança cega e insensata ou apenas incompetência?

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) Algarve manifestou, esta quarta-feira, “enorme preocupação” pelos recentes acontecimentos, de sábado, na maternidade do Hospital de Portimão. A estrutura sindical acusou o Centro Hospitalar Universitário do Algarve e a Administração Regional de Saúde Algarve de “falhanço total”, ao “não acautelarem de forma responsável, como lhes deve competir, as necessidades da região e dos Algarvios”.

Em comunicado enviado às redações, o SIM lamentou que se ponha em risco a vida dos recém-nascidos, no Hospital de Portimão, “pela incapacidade e pela irresponsabilidade de quem gere o hospital.”

"A ausência de pediatras no serviço de urgência e no hospital, teria levado a um desfecho fatal, não fosse a intervenção do anestesista que perante uma situação crítica procedeu à reanimação da criança, embora a sua obrigação fosse para com a mãe (anestesiada), sendo que a função de reanimar o recém-nascido, pela sua especificidade, compete ao pediatra”, refere o comunicado.

O sindicato sublinha a “inépcia gritante” do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, que recentemente apenas abriu concurso para um pediatra, quando necessita de 14.

"Serão as cativações que estão na origem desta poupança cega e insensata, ou apenas a incompetência?”, questiona o SIM, sublinhando que ambas são “lamentáveis e indesejáveis” na área da saúde.

(Fonte tvi.iol.pt)
(Foto ArtistcCaptures/IstockImages)

segunda-feira, 19 de março de 2018

Projeto-piloto leva Unidades Móveis de Saúde a dez concelhos do Algarve

O Serviço Nacional de Saúde vai implementar um projecto-piloto que levará unidades de saúde móveis de proximidade a populações rurais de dez concelhos do Algarve, com apoio de fundos comunitários, anunciou nesta segunda-feira a administração regional de saúde.


As unidades móveis estarão a funcionar “até ao fim de 2018”, calendarizou a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, considerando que estes equipamentos vão “garantir uma prestação de cuidados de saúde de proximidade modernizada junto das populações residentes em territórios rurais e de baixa densidade” desses concelhos.

Os dez concelhos abrangidos pela medida são Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Loulé, Monchique, Portimão, São Brás de Alportel, Silves e Tavira, revelou a ARS do Algarve, frisando que se trata de “um projecto-piloto co-financiado pela União Europeia”.

“O projecto-piloto, único na sua dimensão a nível nacional e cujo acordo quadro foi assinado em Fevereiro de 2018, visa reforçar os cuidados de saúde de proximidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) de responsabilidade da ARS do Algarve, em protocolo com dez autarquias da região”, referiu a mesma fonte num comunicado.

A ARS observou que o projecto-piloto vai ser co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder), no âmbito do Programa Operacional (PO) CRESC Algarve 2020, na sequência das candidaturas submetidas conjuntamente pelo organismo e pelos municípios da região, integrando também a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

A AMAL, precisou a ARS, foi quem “desenvolveu o concurso público internacional para a celebração do acordo-quadro que estabelece as condições jurídicas e técnicas do fornecimento das unidades de saúde móveis de proximidade”.

A Administração Regional de Saúde do Algarve acrescentou que o processo de aquisição das unidades de saúde móveis “será realizado pelos municípios, que são os beneficiários financeiros do apoio comunitário”.

“Mediante protocolos, cada um dos dez municípios vai colaborar em estreita articulação com a ARS Algarve e as unidades de saúde do SNS, para assegurar o apoio e os cuidados de saúde cada vez mais próximos à população”, referiu ainda o organismo que representa o Ministério da Saúde no Algarve.

As unidades móveis de saúde foram já utilizadas por alguns municípios da região, como Alcoutim ou Castro Marim, para aproximar os cuidados de populações dispersas da serra algarvia, composta maioritariamente por pessoas idosas, através de protocolos com instituições particulares de solidariedade locais. Agora, a ARS anuncia que, até final do ano, vai alargar esta oferta a uma dezena de concelhos, em colaboração com os municípios e com o apoio de fundos comunitários.

(Fonte publico.pt)

sexta-feira, 9 de março de 2018

Hospital de Portimão atende pacientes com computador sob caixote do lixo e sem recursos

Uma utente do Hospital de Portimão partilhou nas redes sociais uma imagem, na passada terça-feira, dia 6 de março, que demonstra a falta de condições existentes na respectiva unidade hospitalar pública do Algarve.


Na fotografia é possível ver-se um médico sentado em frente a um computador que está apoiado em cima de um caixote do lixo, fixo com fita adesiva.

Alda Amaral, de 50 anos, explicou que não foi apenas a ausência de uma mesa que a indignou quando levou o filho a uma consulta de ortopedia. Apesar de destacar que o especialista «foi impecável», Alda Amaral revelou que «todo o atendimento foi feito em pé».

Para além da falta de equipamentos, a queixosa ainda referiu que estava uma «bancada cheia de gesso, provavelmente de alguém que tinha acabado de ser engessado» e que estava «tudo sujo».

«A sala de atendimento só tinha a marquesa, a cadeira, o computador e absolutamente mais nada. Não havia nenhum sítio para me sentar», garantiu a mãe.

Salientando sempre que o médico exerceu a sua função na «perfeição», Alda Amaral mencionou que o especialista nunca fez nenhuma referência à falta de condições com que estava a trabalhar e que se focou sempre na criança. «A preocupação do médico era atender o meu filho e fazer com que eu percebesse tudo».

«A sala de observação estava completamente cheia repleta de macas coladas. Na sala de espera encontravam-se dezenas de pessoas a soro, maioritariamente idosos. Quando passei pelo serviço de urgências, a sala estava igualmente cheia, com pessoas sentadas no chão. Uma auxiliar viu a minha cara de espanto e preocupação e ainda me disse que tinha sorte porque não era um mau dia».

A mãe terminou reafirmando que as «condições são deploráveis» e que o «hospital não consegue de forma alguma responder às necessidades da população».

Alda Amaral é residente no município de Lagoa e dirigiu-se ao Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio – Hospital de Portimão quando o filho se queixou de fortes dores na bacia, após uma aula de educação física.

Link da fotografia no Facebook
(Fonte impala.pt)
(Fotografia Alda Amaral?)

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Utentes agendam concentração junto ao Hospital de Portimão

A Comissão de Utentes do Serviço Nacional de Saúde de Portimão agendou uma concentração, junto à unidade hospitalar, para o próximo dia 24 de fevereiro.
“Com a passagem da época de Inverno, o conjunto de problemas estruturais que se verificam no Hospital de Portimão, bem como, na rede de cuidados primários de saúde em toda a zona do Barlavento Algarvio agravaram-se”, lê-se em comunicado.

“Verifica-se a falta de resposta nas urgências, os atrasos nas consultas de inúmeras especialidades e nas cirurgias. Continuam as promessas de melhoria dos serviços, mas os utentes do Hospital reclamam a sua urgência”.

Os utentes referem ainda que “os esforços no sentido da contratação de médicos, enfermeiros e auxiliares, por parte do atual Governo são insuficientes, não apontam para uma opção sólida e consistente nos cuidados de saúde das populações. Por outro lado, prossegue uma política de favorecimento dos grupos privados de saúde que só sobrevivem à custa dos recursos públicos que são desviados do SNS”.

“A situação no Hospital de Portimão, para os profissionais que aí trabalham e utentes, são motivo de insatisfação e revolta.
Insatisfeitos com esta realidade, os utentes do Hospital de Portimão não desistem de uma luta que é justa e necessária e exigem do atual Governo as respostas que tardam. Neste sentido, no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 15 horas, realizar-se-á uma concentração em frente ao Hospital de Portimão para a qual se apela à participação dos utentes, profissionais de saúde e de toda a população do Barlavento, onde será exigido um urgente investimento no SNS capaz de dar resposta às necessidades da população. A saúde é um direito consagrado na Constituição da República Portuguesa, não é um negócio”.


(Fonte região-sul.pt)

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Lidl recolhe lotes de "Figos Secos com Farinha" por estarem contaminados com fungos

Os lotes de "Figos Secos com Farinha" estão a ser recolhidos depois de terem sido detetadas substâncias "que poderão causar preocupação para a saúde humana"


O Lidl está a recolher, juntamente com um fornecedor, vários lotes de "Figos Secos com Farinha" por estarem contaminados com fungos.

Segundo explicou a empresa num comunicado, a recolha dos alimentos deve-se à “presença de aflatoxinas em níveis que poderão causar preocupação para a saúde humana”.

O comunicado explica ainda que estas substâncias foram encontradas durante uma “análise de rotina” e que “as aflatoxinas são produtos metabólicos naturais produzidos por diversos fungos que ocorrem sobretudo em frutos secos e nem sempre podem ser evitados”.

A empresa permite aos consumidores devolver o artigo em qualquer supermercado Lidl, assegurando o respetivo reembolso, mesmo sem talão de compra.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Hotel de luxo que vai promover saúde e bem-estar está a ser contruído em Alvor

Com méritos reconhecidos no setor da construção, tanto a nível nacional como internacional, a construtora Gabriel Couto é a responsável pela construção de mais um hotel de luxo no Algarve, numa clara afirmação como referência nacional nesta área.


Após o êxito alcançado com a construção do Mar Shopping Algarve, o segundo centro comercial da IKEA Centres em Portugal recentemente inaugurado, a Gabriel Couto foi convidada pelo Grupo HPA, através da sua participada Hotel Salus SA, para construir o “Longevity Health & Wellness Hotel”, uma nova unidade de luxo em Alvor, reforçando assim a sua posição como empresa construtora de referência no mercado algarvio.

Com a assinatura do atelier “Vitor Vilhena Arquitectura”, a nova unidade hoteleira, uma aposta inovadora do Grupo HPA Saúde em parceria com a Longevity Wellness Worldwide, será o primeiro projeto do promotor em hotelaria de saúde e bem-estar, único e diferenciado, através da marca “Longevity Health & Wellness Hotel”.


Localizado na região de Portimão, este novo hotel vai ser edificado na aldeia turística de Alvor, que apresenta uma simbiose perfeita entre a tranquilidade da praia e a tradição da pesca. Usufruindo de uma localização privilegiada, o “Longevity Health & Wellness Hotel" constitui um novo e arrojado empreendimento turístico de quatro pisos acima do solo, uma cave e uma sub-cave, cuja área de construção total é de 7500m2.


Este hotel será constituído por 70 unidades de alojamento. Este projeto que aposta no turismo ligado à saúde e ao bem-estar, um segmento mundial crescente de pessoas que procuram conjugar as suas férias com soluções de relaxamento, revitalização e regeneração da saúde, reequilíbrio do corpo e da mente e no geral na prevenção da doença e manutenção do capital de saúde. A infraestrutura inclui, entre outros equipamentos, um SPA / Welness de aproximadamente 1500 m2 de área, incluindo área médica, uma sala multiusos com capacidade audiovisual, restaurantes, sala de chá, uma piscina localizada no último piso com vista para a baía de Alvor e um conjunto de espaços verdes que proporcionarão aos seus clientes agradáveis momentos de lazer.


A Gabriel Couto tem sido, de resto, responsável pela execução de diversos projetos hoteleiros construídos no nosso país, o que “demonstra bem a confiança que os promotores hoteleiros têm vindo a depositar na competência apresentada e qualidade do trabalho desenvolvido”, salienta Carlos Couto, o CEO desta construtora minhota, sediada em V.N de Famalicão, e que ocupa um lugar de destaque no ranking nacional.

(Fonte maisalgarve.pt)

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Tribunal de Portimão condena um médico por burla qualificada com receitas falsas

Um médico de Albufeira, Albano Mendonça, foi condenado, no Tribunal de Portimão, a cinco anos de prisão, pena suspensa, por burla qualificada e falsificação de documento.


Um farmacêutico de Silves foi condenado a uma pena suspensa de dois anos de prisão por cumplicidade na burla do médico.

Outra farmacêutica foi absolvida por falta de provas.

O coletivo deu como provado que o médico, de 62 anos, passou mais de 300 receitas de medicamentos e exames em nome de utentes do Serviço Nacional de Saúde, sobretudo pensionistas, sem que estes tivessem sequer sido consultados. Usava os números de utentes do Centro de Saúde de Silves e da Extensão de Algoz, onde na altura trabalhava, bem como de uma clínica em Albufeira. Os medicamentos eram depois adquiridos pelo médico em farmácias em Silves e na Guia, as quais recebiam as comparticipações, que eram pagas pelo Estado através da Administração Regional de Saúde.

O Estado foi lesado em cerca de 20 mil euros, entre 1999 e 2001.

(Fonte CM)

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Algarve ativa fase laranja do Plano de Contigência Sazonal

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve ativou a fase laranja do Plano de Contingência Sazonal de Inverno, com a abertura de mais 27 camas de internamento na região, anunciou esta terça-feira a ARS.


Em comunicado, a ARS/Algarve adiantou estar "a diligenciar a abertura de mais 27 camas de internamento na região para fazer face à afluência de doentes", elevando para 49 o número de camas acionadas ao abrigo daquele plano.

De acordo com aquele organismo, face à afluência de doentes no período de inverno, já tinham sido ativadas 22 camas nas unidades hospitalares de Faro e Portimão, a que se somam agora mais 27.

Durante o mês de janeiro está prevista a ampliação e a reconversão de mais 20 camas de Cuidados Continuados Integrados na região do Algarve nas tipologias de convalescença e de média e longa duração.

Segundo a ARS, serão ativadas dez camas em Portimão e dez na freguesia do Azinhal (Castro Marim) que permitirão alargar a capacidade assistencial da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

Esta medida, acrescenta o organismo tutelado pelo Ministério da Saúde, visa "reforçar as respostas ao nível de internamento, aliviando desta forma a pressão nos serviços hospitalares algarvios".

Na semana passada, a ARS já tinha anunciado um reforço do atendimento nos três Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da região para garantir que os serviços de saúde algarvios estão preparados para pico da gripe.

No âmbito do Plano de Contingência Sazonal de Inverno, foi feito um reforço de recursos humanos e alargado o horário de atendimento nos centros de saúde da região, nas consultas de recurso dos centros de saúde de Lagoa, de Monchique, de Portimão, de Silves, de Faro, de Olhão, de São Brás de Alportel, de Tavira e de Alcoutim.

(Fonte CM)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dentistas dão consultas em três centros de saúde do Algarve

Três médicos dentistas estão a dar consultas em três centros de saúde do Algarve. O serviço de saúde oral já está a ser prestado nos centros de saúde de Portimão, Faro e Tavira.

Os doentes vão passar a ser referenciados para consultas de medicina dentária pelos médicos de família ou por outros médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Segundo a Administração Regional de Saúde (ARS), foram traçadas as linhas orientadoras sobre o funcionamento destes novos serviços que irão abranger, numa fase inicial, "os utentes com fatores de risco e outras situações que o médico de família considerar que se justifica clinicamente".

Numa primeira fase, a Administração Regional de Saúde vai disponibilizar três médicos dentistas e respetivas assistentes nos agrupamentos de centros de saúde Barlavento (Portimão), Central (Faro) e Sotavento (Tavira), sendo que o número de profissionais e o número de locais poderão vir a crescer durante o ano de 2018.

O objetivo, segundo a ARS, é "garantir o acesso das pessoas com patologias crónicas a cuidados de saúde oral e avaliar a situação de saúde oral das pessoas com as diversas patologias definidas e seguidas no SNS".

Os centros de saúde vão estar preparados para realizar consultas de medicina dentária, consultas de urgência, restauração definitiva em resina composta e cimento, exodontia de dentes permanentes, obturação canalar, destartarização, raspagem e alisamento radicular, tratamento periodontal de manutenção, gengivoplastia e gengivectomia, drenagens e selamento de fissuras.

(fonte CM)

sábado, 29 de abril de 2017

BE interroga Governo sobre falta de médicos nas urgências pediátricas do Hospital de Portimão

O Bloco de Esquerda dirigiu por escrito um conjunto de perguntas ao Governo sobre as dificuldades no Hospital de Faro para a realização de TACs e à inoperacionalidade das urgências pediátricas no Hospital de Portimão.
 


João Vasconcelos e Moisés Ferreira, autores da iniciativa parlamentar, denunciam o agravamento das dificuldades registadas no Centro Hospitalar do Algarve (CHA), designadamente na carência e encerramento de serviços para a realização do exame médico de Tomografia Axial Computarizada (TAC), no Hospital de Faro, e nas falta de médicos nas urgências pediátricas do Hospital de Portimão, obrigando à paragem desta valência.

De acordo com informação que chegou ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, o Hospital de Faro está à cerca de uma semana sem meios para a realização de TACs. Os utentes, após prolongados períodos de espera, nalguns casos de mais de 24 horas, são encaminhados para as unidades privadas de saúde na área de Faro, situação que, além do incómodo causado aos doentes, acarreta elevados custos ao Serviço Nacional de Saúde.

Já o Hospital de Portimão, voltou a registar nos últimos dias a inoperacionalidade das urgências pediátricas devido à falta de médicos, situação que causa muitos constrangimentos às crianças e seus familiares, sobretudo devido às limitações impostas no acesso aos cuidados de saúde.

No final do ano passado, esta urgência de pediatria fechou por falta de médicos durante algum tempo, e em janeiro deste ano, as crianças do Barlavento algarvio que se deslocaram aos serviços de pediatria desta unidade hospitalar do CHA acabaram por ser transferidas para o Hospital Particular de Alvor, relembram os parlamentares.

Neste quadro, os deputados do Bloco de Esquerda querem saber quais as medidas que o Ministério da Saúde irá adotar para, para um lado resolver com urgência os problemas registados pelo serviço de TAC, no Hospital de Faro, e repor a normalidade na urgência de pediatria do Hospital de Portimão.

(Fonte: algarveprimeiro.com)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Hospital de Portimão vai recuperar todas as suas valências

O Hospital de Portimão vai recuperar todas as valências que perdeu após a fusão com o Hospital de Faro, com a polémica criação do Centro Hospitalar do Algarve (CHA).


A revelação foi feita pelo novo presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, Paulo Morgado, no decorrer de uma entrevista concedida ao jornal Sul Informação.
Segundo o referido responsável, este “não é um processo fácil nem imediato, porque depende dos profissionais” mas será realmente para avançar tanto mais que se reconhece que “Portimão foi quem mais perdeu com a fusão dos hospitais”.

As alterações que serão concretizadas nas próximas semanas têm a ver com a nova organização do sistema de saúde da região, sendo que o novo modelo prevê uma estrutura com quatro polos: os dois hospitais que existiam antes da criação do CHA em 2011 (Faro e Barlavento Algarvio), o Centro de Medicina e Reabilitação Física do Sul e um polo de investigação, na Universidade do Algarve, revelou ainda Paulo Morgado ao Sul Informação.


De acordo com esse novo modelo, continuará a existir um único Conselho de Administração, mas cada um dos hospitais terá um gestor e governação clínica e de enfermagem separada. Assim, o CHA dará lugar ao Centro Hospitalar Universitário do Algarve – CHUA.

De recordar, que a fusão do Hospital do Barlavento com o Hospital de Faro foi sempre contestada pelas populações, autarcas e profissionais de saúde, nomeadamente por ter retirado várias valências médicas de Portimão, e ter conduzido a uma grande degradação das condições de trabalho, funcionamento e atendimento aos utentes.


(Fonte: terraruiva.pt)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Organizações alertam para ruptura de anti-retrovirais no Algarve

Duas organizações ligadas à prevenção e tratamento da sida alertaram para uma "ruptura de stock" de medicamentos anti-retrovirais no Centro Hospitalar do Algarve (CHA), uma situação negada pela administração do centro, que fala, antes, numa situação "excepcional".

Em comunicado, o Grupo de Activistas em Tratamentos (GAT) e o Centro Anti-Discriminação (CAD) apontaram que "muitas pessoas seropositivas" que se desloquem às farmácias hospitalares de Portimão e de Faro são informadas de "ruptura de stock, sendo, em alguns casos, disponibilizada medicação avulsa para períodos de apenas cinco dias".

Questionado pela Lusa, o conselho de administração do CHA, através do seu presidente, esclareceu que "não se pode afirmar que exista neste momento ruptura de stock, mas sim um encurtamento, excepcional, do período de dispensa destes fármacos, de forma a garantir a continuidade de tratamento a todos os doentes". Contudo, de acordo com a denúncia das organizações, "há doentes que se viram obrigados a parar a toma da medicação para a infecção pelo VIH, por viverem longe dos hospitais e não terem possibilidades económicas para se deslocarem à farmácia hospitalar a cada cinco dias".

A administração indicou que a aquisição destes medicamentos é centralizada nos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, estando actualmente em curso a aquisição dos fármacos para o CHA, processo que, quando estiver concluído, permitirá a reposição imediata dos períodos de dispensa previstos.

"Assim, e enquanto se aguarda a conclusão do procedimento concursal centralizado em curso, os serviços farmacêuticos do CHA estão a desenvolver uma gestão de proximidade com os doentes em tratamento, no sentido de assegurar, de forma responsável e racional, a equidade e universalidade de acesso a este tipo de fármacos de dispensa hospitalar", assegurou.

As duas organizações ligadas ao tratamento e prevenção da doença recordam que a lei obriga à dispensa da medicação para períodos de 90 dias, embora haja os que apenas dispensam para 30 dias. "Na região do Algarve, as faltas de medicação nas farmácias hospitalares têm vindo a arrastar-se e a agravar-se", referem, sublinhando que as denúncias, inicialmente apenas relativas ao Hospital de Portimão, se estendem agora ao Hospital de Faro.

O Algarve é uma das regiões mais atingidas pela epidemia de VIH/sida em Portugal, segundo estas organizações.

(Fonte: publico.pt)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Centro Quiroprático Específico abriu em Portimão

Jean-Philippe Marcoux é um médico quiroprático, formador, palestrante e investigador canadiano que traz para o Algarve uma abordagem inédita em Portugal. No dia 25 de Janeiro inaugurou um novo espaço no centro de Portimão.

Ainda há quem olhe para as medicinas complementares ou alternativas com um pouco de desconfiança, mas não será o caso de Jacinto Lopes, 69 anos. Exerceu uma profissão liberal no estrangeiro e hoje, apesar de reformado, ainda não conseguiu ter a qualidade que se ambiciona nesta etapa da vida.

«Tenho problemas de medula comprimida nas vértebras do pescoço, talvez pela idade, talvez pelo trabalho. Fiz exames e há mais de um ano que ando fazer tratamentos e a adiar uma operação». Chegou ao centro do médico canadiano por indicação de uma pessoa amiga. Fez duas sessões. «Agora sinto-me bem. Não sinto os mesmos sintomas que tinha até aqui. Isto estava mal encaminhado», fez questão de testemunhar ao Jornal Barlavento.

Jean-Philippe Marcoux veio para Portugal pelo amor que a esposa Chantal Julien nutre pelo país, desde pequena. Depois de passar várias temporadas, o casal comprou casa nos arredores de Monchique e decidiu ficar. Um espaço para trabalhar foi o passo seguinte. Com uma longa experiência clínica e de investigação, Jean-Philippe Marcoux especializou-se no tratamento dos problemas causados pela subluxão, termo utilizado quando os dois primeiros segmentos ósseos da coluna vertebral são ligeiramente deslocados da sua posição normal. Com o tempo, isto pode afectar o cordão espinhal e gerar o desenvolvimento progressivo de doenças crónicas.

O método é simples. Primeiro é feito um exame à coluna vertebral para determinar a origem do problema, que é verificado com radiografias. Com o diagnóstico feito, Marcoux faz, à mão, pequenas correcções nos ossos. É indolor, mas requer que os doentes repousem, pelo menos, 45 minutos, de forma a que o corpo restabeleça. As primeiras consultas são muito rápidas a fazer efeito, mas, depois, o médico dá tempo ao corpo para se restabelecer por si.

Jean-Philippe Marcoux, 60 anos, formou-se em 1983, no Canadian Chiropractic Memorial College. Outro tema que lhe tem interessado é a reversão do processo em que pessoas canhotas foram forçadas a tornar-se dextras. «Isso permite que o cérebro se reequilibre». Hoje, dá seminários em França, Bélgica e Suíça, países onde também tem pacientes. Sobre o Algarve, «estou bem aqui e quero partilhar tudo o que sei com os meus pacientes e com os médicos portugueses, de forma a poderem melhorar os cuidados aos seus doentes. O meu objectivo é trabalhar em equipa com ortopedistas e clínicos em geral, de forma a partilharmos conhecimento médico».

A primeira consulta (exame completo) custa 50 euros. O Centro Quiroprático Específico fica na Rua Senhora da Tocha, 1/3 e pode ser contactado pelos telefones 282 097 532 / 910 333 555.

(Fonte: barlavento.pt)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Hospital de Portimão e Faro voltam a ter macas nos corredores

As macas com doentes estão de volta aos hospitais de Portimão e Faro. A garantia é do deputado do PSD Cristóvão Norte, que fala em "doentes jazidos nos corredores das Urgências, em macas, dias a fio". O Centro Hospitalar do Algarve (CHA) garante que só há doentes nessas condições, nas Urgências, "a aguardar diagnóstico e encaminhamento clínico: alta ou internamento". 


Em nota enviada às redacções, o deputado, eleito pelo Algarve, adianta que foi "informado por médicos, enfermeiros e familiares de doentes" da existência de utentes em macas. "Nos últimos dias, nos hospitais de Faro e Portimão, têm-se avolumado doentes nos serviços de observação e decisões de internamento sem que estejam disponíveis camas para [os] acolher", avança Cristóvão Norte. "São muitas vezes pessoas de idade, que precisam de tratamento físico, às quais se deve uma especial e reforçada obrigação de cuidar bem". 

Já o CHA assegura que "não existem doentes internados em macas nos corredores das Urgências". Mas confirma, "nos últimos dias, um afluxo e sobrecarga dos serviços de Urgência, em resultado do agravamento das condições climatéricas" e que "um número muito reduzido de doentes com necessidade de internamento se encontra transitoriamente nos respectivos serviços de destino, a aguardar cama, sob supervisão médica e da equipa de enfermagem dedicada às suas necessidades". 

Cristóvão Norte conclui que este é mais um sinal da "deterioração" dos cuidados hospitalares na região.

(Fonte: cmjornal.pt)
(Fotografia: Luís Forra/Lusa)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

ARS Algarve alerta para medidas de prevenção contra o frio

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Portugal continental vai ser afectado pela passagem de uma frente fria que vai levar à descida acentuada das temperaturas até ao início da próxima semana, pelo que nesse sentido, a Administração Regional de Saúde do Algarve, no âmbito do plano «Saúde Sazonal – Inverno e Saúde – Plano de Contingência para as Temperaturas Extremas Adversas», reforça as recomendações junto da população para que sejam tomadas precauções no sentido da minimização das consequências decorrentes da descida acentuada das temperaturas, com o objectivo de prevenir e minimizar os efeitos negativos do frio extremo e das infecções respiratórias, nomeadamente, nas crianças, nos idosos e grupos mais vulneráveis.

Porque o frio pode precipitar a descompensação de doenças crónicas como a diabetes e a doença cardiovascular e de outras doenças, designadamente infecções respiratórias, a ARS Algarve reforça as seguintes recomendações:

- Manter o corpo hidratado e quente;

- Estar protegido do frio;

- Aquecer a casa;

- Ter em atenção que há fontes de calor que representam riscos de incêndio ou de intoxicação como braseiras, lareiras e aquecimentos de exterior que nunca poderão ser utilizados no interior.

- Estar com redobrada atenção à ocorrência de problemas de saúde;

- Estabelecer contacto com familiares, vizinhos e amigos;

- Telefonar, em caso de necessidade para a SAUDE 24 através do número 808 24 24 24 (assim designado porque está disponível 24 horas por dia);

- Ter um rádio por perto, lanterna e estar atento aos noticiários.


Recomenda ainda a ARS Algarve, que no caso de sentir os primeiros sintomas de gripe, como tosse, dores de cabeça, febre, mal-estar e dores musculares, deverá contactar a linha de Saúde 24 (808 24 24 24) que o encaminhará para o serviço de saúde mais adequado.

Refira-se que, as Consultas abertas (Consultas de Recurso do Dia) das unidades de Cuidados de Saúde Primários de Portimão, Lagoa, Silves, Faro e Olhão funcionam todos os dias da semana com o horário alargado até às 22 horas, reforçando desta forma a prestação de cuidados de saúde à população, nos casos de doença aguda, como gripe e infecções respiratórias.

Por outro lado, no âmbito do plano regional de contingência, o Conselho Diretivo da ARS Algarve, em articulação com os três Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES Barlavento; ACES Central; ACES Sotavento) da sua área de influência e o Centro Hospitalar do Algarve, EPE, que integra as unidades hospitalares de Faro, de Portimão, de Lagos e os Serviços de Urgência Básicos de Albufeira, Loulé e Vila Real de Santo António, monitorizam diariamente a afluência às respectivas unidades de cuidados de saúde primários e serviços de urgência hospitalar de modo a avaliar a necessidade de reforço de recursos humanos ou alargamento de horário, para fazer face a um eventual acréscimo/fluxo de utentes aos serviços de saúde e responder atempadamente à possibilidade de um pico do surto gripal.

Todas as unidades de saúde da região estão preparadas para, em caso de necessidade, responder de forma articulada a um eventual aumento de afluência de utentes aos seus serviços.

(Fonte: ARS Algarve/regiao-sul.pt)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

“O hospital de Portimão deixou de ser um recurso confiável”

«O Hospital de Portimão deixou de ser um recurso confiável, para se tornar um motivo de preocupação e receio para os utentes que a ele recorrem», lê-se no comunicado enviado pela comissão.

A par da falta de recursos materiais e humanos, os utentes salientam a indignação dos profissionais de saúde que trabalham no Hospital de Portimão e reforçam que «só a enorme entrega e resistência dos profissionais têm evitado males maiores
».

No texto denuncia-se a política do anterior Governo, que «quase destruiu o SNS», e exige-se a imediata resolução dos problemas verificados. No entender da Comissão de Utentes, só travando uma luta dos profissionais e dos utentes «ombro a ombro» se poderão evitar as situações vividas no Hospital de Portimão, que, alerta esta comissão, «põem em causa a vida e a integridade das pessoas».

Frisam ainda que, apesar do pico da gripe e do aumento do turismo em virtude das festas de Natal e de Ano Novo, o «caos» nas urgências do Hospital de Portimão continua.

A Comissão de Utentes reitera o compromisso de continuar a lutar com as populações e os profissionais de saúde, na defesa de um SNS eficiente, moderno, universal e gratuito. 


A concentração do próximo dia 14 está agendada para as 15h00.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Urgência Pediátrica em Portimão assegurada pelo Hospital Particular do Algarve em Alvor

ARS garante que situação estará solucionada a partir das 20h00 do próximo domingo, dia 8 de Janeiro.
 


Tendo em conta as dificuldades em termos de recursos humanos para o preenchimento de escalas para assegurar o acesso à Urgência de Pediatria no pólo de Portimão do Centro Hospitalar do Algarve este fim de semana, o Conselho Directivo da ARS Algarve esclareceu hoje em comunicado que diligenciou junto do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Algarve para que este efectuasse a contratualização da prestação de serviço de Urgência de Pediatria esta sexta-feira, sábado e domingo (6, 7 e 8 de Janeiro) com o Hospital Particular do Algarve em Alvor.

De modo a tranquilizar a população, a ARS Algarve, adianta que os utentes serão vistos na Urgência de Portimão e, se for caso de necessitarem de serviços de pediatria, serão referenciados a esta unidade hospitalar privada, prevendo que "esta situação esteja solucionada a partir das 20h00 do próximo domingo, dia 8 de Janeiro".

(Fonte: algarveprimeiro.com)

sábado, 31 de dezembro de 2016

Cinco Centros de Saúde do Algarve com horário até às 22 horas

As unidades de Cuidados de Saúde Primários de Faro, Olhão, Portimão, Lagoa e Silves, alargaram o horário de funcionamento da Consulta aberta (Consulta do Recurso do Dia) até às 22 horas, integrado no âmbito do Plano de Contingência para Temperaturas Extremas Adversas – Módulo Inverno 2016/2017, reforçando assim a prestação de cuidados de saúde à população, nomeadamente, nos casos de doença aguda, como gripe e infecções respiratórias.

Com exactidão, o Centro de Saúde de Portimão estará a funcionar das 8h00 às 22h00, todos os dias da semana; o horário do Centro de Saúde Lagoa será das 14h00 às 22h00, de 2.ª a 6.ª feira; o Centro de Saúde de Silves tem o horário das 8h00 às 22h00, todos os dias da semana; o Centro de Saúde de Olhão funciona das 9h00 às 22h00, todos os dias da semana, tal como o Centro de Saúde de Faro.

É de salientar que, no âmbito do plano regional de contingência, o Conselho Directivo da ARS Algarve, em articulação com os três Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES Barlavento; ACES Central; ACES Sotavento) da sua área de influência e o Centro Hospitalar do Algarve, EPE, que integra as unidades hospitalares de Faro, de Portimão, de Lagos bem como os Serviços de Urgência Básicos de Albufeira, Loulé e Vila Real de Santo António, encontram-se a monitorizar a afluência às respectivas unidades de cuidados de saúde primários e serviços de urgência hospitalar de modo a avaliar a necessidade de reforço de recursos humanos ou alargamento de horário, para fazer face a um eventual acréscimo/fluxo de utentes aos serviços de saúde e responder atempadamente à possibilidade de um pico do surto gripal.

Refere ainda a ARS Algarve, que todas as unidades de saúde da região estão preparadas para, em caso de necessidade, responder de forma articulada a um eventual aumento de afluência de utentes aos seus serviços, e recomenda que no caso de sentir os primeiros sintomas de gripe, como tosse, dores de cabeça, febre, mal-estar e dores musculares, deverá contactar a linha de Saúde 24 (808 24 24 24) que o encaminhará para o serviço de saúde mais adequado.

A ARS Algarve reforça, ainda, a importância da vacinação contra a gripe como a melhor prevenção, sobretudo em relação às complicações graves, para as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, e para as pessoas pertencentes a grupos de risco (doentes crónicos e imunodeprimidos, com seis ou mais meses de idade, grávidas, profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados).

(Fonte: regiao-sul.pt)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Utentes promovem concentração para 14 de Janeiro em frente ao Hospital de Portimão

A Comissão de Utentes do SNS de Portimão, denuncia que continua a evidente degradação dos serviços com que os utentes se defrontam diariamente no Hospital de Portimão.
 

O Hospital de Portimão deixou de ser um recurso confiável, para se tornar um motivo de preocupação e receio para os utentes que a ele recorrem. Há muito que vem sendo denunciada a falta de recursos materiais e humanos e é unânime a indignação dos profissionais que ali trabalham.

Só a enorme entrega e resistência dos profissionais tem evitado males maiores. Os utentes não esquecem a importância do afrontamento do anterior Governo que quase destruiu o SNS, mas a situação actual reclama respostas que tardam a ser tomadas.

Com o Inverno vem, o pico da gripe, um aumento do turismo nas Festas e continua o caos nas urgências do Hospital de Portimão.

A Comissão de Utentes do SNS de Portimão exige a imediata resolução dos problemas verificados, e afirma que tudo fará para que tal seja uma evidência efectiva.



A Comissão de Utentes do SNS de Portimão afirma que somente a luta dos profissionais e utentes ombro a ombro, poderá por cobro a situações tão trágicas e que põem em causa a vida e a integridade das pessoas, como as que se verificam no Hospital de Portimão. 

 
A Comissão de Utentes do SNS de Portimão reitera o seu compromisso de continuar a lutar com as populações e os profissionais, na defesa de um Serviço Nacional de Saúde eficiente, moderno, universal e gratuito.

A importância social e humana do Hospital de Portimão para o Concelho e para toda a região, merece que continuemos atentos e mobilizemos as populações e profissionais em sua defesa.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Urgência de Pediatria em Portimão fechou por falta de médicos

A falta dos médicos escalados para a Urgência Pediátrica do hospital de Portimão levou ao caos aquele serviço que esteve sem funcionar ontem segunda-feira, devido à ausência de médicos. 


A situação foi denunciada por várias mães de crianças doentes, que se mostraram indignadas com a situação. 

A administração do Centro Hospitalar do Algarve garantiu que a escala da Urgência Pediátrica de Portimão para ontem "estava completa, com médicos pediatras e clínicos gerais". E adiantou que "os médicos escalados faltaram, sem aviso prévio, por razões ainda desconhecidas mas que iremos averiguar internamente, com vista a apurar responsabilidades, dada a gravidade da situação".

(Fonte: cmjornal.pt)