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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Joaquim Lara acusado do homicídio do enteado, Rodrigo Lapa

Ministério Público acusou Joaquim Lara Pinto de homicídio qualificado e profanação de cadáver pela morte do enteado, Rodrigo Lapa, morto em 2016 em Portimão. Julgamento vai decorrer no Brasil.

Joaquim Lara Pinto
O Ministério Público acusou Joaquim Lara Pinto dos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver. O homem, de nacionalidade brasileira, era o principal suspeito do assassinato do enteado, Rodrigo Lapa, de 15 anos, desaparecido a 22 de fevereiro de 2016 e que acabaria por ser encontrado morto, com marcas de asfixia, uma semana depois, a 100 metros da casa onde ambos moravam com a mãe do menor, Célia Barreto.

O processo vai ser transferido para o Brasil para que o suspeito seja julgado em Cuiabá. No dia em que o jovem desapareceu, recorde-se, o principal suspeito viajou para o Brasil. Fonte do Ministério Público, confirma: “O processo tem cinco volumes e vai ser enviado para o Brasil a pedido do Ministério Público brasileiro, com o consentimento do juiz de instrução criminal português”. O suspeito deverá ser agora detido pelas autoridades brasileiras e presente ao juiz.

Rodrigo Lapa
O advogado do pai de Rodrigo, Pedro Proença, também confirma esta informação: “O MP acredita que os indícios que acusam Joaquim Lara Pinto são suficientemente fortes e irão enviar o processo para o Brasil para ser julgado lá”.

Depois de ser ouvida pela Polícia judiciária de Portimão, Célia Barreto, mãe do menor, terá confessado às autoridades que presenciou a agressão sofrida por Rodrigo e que ouviu os gritos do filho no dia do desaparecimento.

(Fonte observador.pt)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Morte de Rodrigo sem culpados um ano após o crime

Quase um ano depois da morte de Rodrigo Lapa, em Portimão, o principal suspeito do crime, o padrasto do jovem, que viajou para o Brasil, ainda não foi interrogado pela Polícia Judiciária. 

O menor, de 15 anos, desapareceu a 22 de Fevereiro do ano passado e o corpo foi encontrado dez dias depois, a poucos metros da casa onde vivia com a mãe e o padrasto, num descampado. O principal suspeito do crime, o brasileiro Joaquim Lara Pinto, viajou para o país de origem logo após Rodrigo Lapa ter desaparecido. A mãe sempre negou o envolvimento na morte do filho, no entanto as declarações prestadas mostraram algumas contradições. A mulher terá dito à PJ que ouviu gritos do filho quando o padrasto o surpreendeu à saída do quarto e alegou que só não fez nada porque teve medo de que o ex-companheiro lhe fizesse mal. 

O Ministério Público enviou uma carta rogatória com um pedido de cooperação das autoridades brasileiras para a realização de várias diligências requeridas pela PJ de Portimão, nomeadamente para interrogar o padrasto de Rodrigo Lapa. 

A viagem dos investigadores da PJ ao Brasil esteve para acontecer no final do ano passado mas continua dependente das autoridades brasileiras, que ainda não marcaram uma data para a realização da diligência. 

Joaquim Lara Pinto vive em Cuiabá e prestou voluntariamente declarações à Polícia Federal. Entregou o passaporte e garantiu que está inocente.

(Fonte: cmjornal.pt)

sábado, 19 de novembro de 2016

Polícia Judiciária vai ao Brasil ouvir padrasto de Rodrigo Lapa

Nove meses depois da morte de Rodrigo Lapa, em Portimão, a Polícia Judiciária prepara-se para viajar para o Brasil para interrogar o principal suspeito do crime, o padrasto do jovem de 15 anos, que foi estrangulado. A diligência pode acontecer ainda este ano e está dependente das autoridades brasileiras. 

Joaquim Lara Pinto viajou para o Brasil após o crime. Vive actualmente em Cuiabá e prestou voluntariamente declarações à Polícia Federal brasileira, na presença de um advogado, tendo sido libertado sem medidas de coação. 


As autoridades brasileiras confirmaram que Joaquim Pinto "se apresentou na Superintendência da Polícia Federal em Cuiabá", onde "prestou depoimento". O brasileiro entregou o passaporte e garantiu que está inocente. As declarações foram depois enviadas para as autoridades portuguesas via Interpol. 

A carta rogatória enviada pelas autoridades portuguesas para o Brasil, através do Ministério Público, inclui uma lista de diligências que a PJ de Portimão pretende realizar naquele país, com principal destaque para o interrogatório do suspeito. 

Os investigadores estão a preparar a viagem e a sua realização está apenas dependente da indicação da melhor data para a realização das diligências, que poderá ser definida em breve pelas autoridades brasileiras, que vão acompanhar todo o trabalho da PJ.

(Fonte: Correio da Manhã)

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Polícia Judiciária detém homem suspeito de tentativas de homicídio em Portimão

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Portimão, identificou e deteve um homem, de 28 anos, pela presumível prática de dois crimes de homicídio na forma tentada, com recurso a arma de fogo, ocorridos no dia 4 do corrente mês, em Portimão.

As diligências de investigação desenvolvidas permitiram a obtenção de elementos indiciários que resultaram na detenção fora de flagrante delito do suspeito.

Os factos foram praticados pelo suspeito, em co-autoria com um irmão, que se encontra em fuga”, informa a Polícia Judiciária em comunicado.

O detido será presente às autoridades judiciárias competentes para interrogatório e aplicação das medidas de coacção.

(Fonte: postal.pt)

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Petição Online por Rodrigo Lapa junta mais de duas mil pessoas

Mais de duas mil pessoas assinaram uma petição online a pedir "justiça" por Rodrigo Lapa, o jovem de 15 anos encontrado morto no dia 2 de Março num terreno baldio no Malheiro, em Portimão, após ter sido dado como desaparecido.
A petição "Justiça para o jovem Rodrigo Lapa" junta 2179 assinaturas e pede ao Governo para rever o acordo de extradição entre Portugal e Brasil, onde está o padrasto, suspeito de matar o jovem.

Joaquim Pinto, companheiro de Célia Barreto, tinha discutido com o jovem, por este lhe ter roubado dinheiro para comprar um telemóvel, na manhã do homicídio.
Joaquim Pinto, apanhou, no dia seguinte, um voo de Lisboa para o Brasil.

O corpo do jovem foi encontrado com uma corda no pescoço e com as mãos atadas com fios eléctricos. Tinha ainda lesões na cabeça.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Mãe de Rodrigo Lapa nega agressões do padrasto

As versões mudam todos os dias sobre a morte de Rodrigo.

Em entrevista ao programa da manhã da SIC, a mãe de Rodrigo Lapa garantiu que o filho e o companheiro não tinham uma relação tempestuosa, ao contrário do que tem sido noticiado. Célia Barreto também afirmou que o filho não roubou dinheiro nenhum ao padrasto, o brasileiro que saiu de Portugal no dia em que Rodrigo desapareceu. “Culpo-me tanto de ter posto um assassino na minha casa se realmente foi ele”, afirmou Célia.

Nos dias que antecederam o desaparecimento não houve nenhuma discussão entre o meu companheiro e o Rodrigo”, garantiu Célia Barreto, confrontada com as informações de que o adolescente e o padrasto teriam uma relação conflituosa.

Não é verdade o que se diz sobre dinheiro roubado. As pessoas agora dizem o que querem”, lamentou.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Joaquim Lara Pinto, padrasto de Rodrigo, é o principal suspeito da morte do jovem

Joaquim Lara Pinto é o principal suspeito da morte de Rodrigo Lapa. O homem de 42 anos estava desempregado. Viajou para o Brasil no dia em que Rodrigo, de 15 anos, desapareceu. A viagem tinha sido comprada há cerca de um mês.

O padrasto de Rodrigo está agora no Brasil e tem dupla nacionalidade. Às autoridades portuguesas pouco mais resta do que remeter o processo para aquele país, que não extradita cidadãos nacionais, para que seja lá aberta uma nova investigação.

quarta-feira, 2 de março de 2016

O corpo de Rodrigo foi encontrado com fio eléctrico no pescoço, mãos e pés

Quando hoje a Polícia Judiciária encontrou o corpo de Rodrigo Lapa, que estava desaparecido há uma semana, em Portimão, verificou que tinha um fio eléctrico à volta do pescoço, que lhe terá causado asfixia e a morte. Os pés e as mãos estavam igualmente atados com fio eléctrico, tinha a mochila da escola às costas e as calças descidas.

A autópsia ao corpo só será feita amanhã.

A mãe, Célia Barreto, foi ouvida pela Polícia Judiciária, mas para já apenas como testemunha. Tendo em conta as declarações que fez, em que são patentes as contradições, terá pelo menos encenado o desaparecimento do filho, dando tempo ao companheiro para se pôr em fuga.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Pena máxima para britânico que matou a mulher em Portimão

Um cidadão inglês foi condenado esta quinta-feira, pelo Tribunal de Portimão, a 25 anos de prisão efetiva, em cúmulo jurídico, pelo homicídio da mulher.

O crime ocorreu em Alcalar, Portimão, em 2014. O homem foi acusado de homicídio qualificado, profanação de cadáver e furto.

Nigel Jackson matou a mulher com pancadas na cabeça. Depois de a matar, o britânico de 60 anos embrulhou o corpo numa manta e escondeu-o no pátio do jardim da casa que partilhavam há 10 anos.